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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Hotel Maksoud Plaza vai a leilão




publicado em 17/11/2011 às 21h31m



Hotel Maksoud Plaza vai a leilão

Imóvel é avaliado em R$ 140 milhões e venda vai pagar dívidas trabalhistas

Agência Estado




Hotel Maksoud PlazaItaci Batista - 23.04.2011/AE

Fachada do hotel Maksoud Plaza na rua São Carlos do Pinhal, visto da avenida Paulista, em São Paulo


















Ícone do glamour paulistano na década de 1980, o Hotel Maksoud 

Plaza foi mandado a leilão pela Justiça do Trabalho para pagamento 

de dívidas trabalhistas. Famoso por ter hospedado autoridades, 

celebridades e socialites brasileiras e estrangeiras, 

o imóvel é avaliado em R$ 140 milhões.


Situado a uma quadra da avenida Paulista, o empreendimento 

teve o leilão marcado para a segunda semana de dezembro pelo 

TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo. Apesar de o hotel 

sustentar que já fez um depósito para pagamento da dívida, o TST 

(Tribunal Superior do Trabalho) informou que ainda não há decisão 

judicial sobre a suspensão e o leilão está mantido. Ainda precisa ser 

avaliado, por exemplo, se o valor depositado cobre toda a dívida.


Tradicionalmente, a Justiça do Trabalho tenta vender imóveis, como o 

Maksoud, em leilões. Se o empreendimento não é arrematado na primeira 

oferta, novos leilões são realizados. A Maternidade São Paulo, também na 

região da Paulista, só foi vendida depois de mais de dez tentativas.


O Maksoud já chegou a ir a leilão em 2008. Quase 400 pessoas lotaram o 

auditório do Fórum Rui Barbosa, na zona oeste de São Paulo, mas não houve 

interessados no cinco-estrelas. Às 10h40, o leiloeiro apresentou o imóvel de 

7,3 mil m² e 22 pavimentos, mas ninguém ofereceu o lance mínimo de 

R$ 47,5 milhões.


Para o TRT, um dos motivos que podem ter afastado os compradores é o fato 

de os proprietários do imóvel terem entrado com uma liminar na Justiça para 

suspender os efeitos do leilão - ou seja, corria-se o risco de conseguir arrebatar 

o bem, mas não poder usá-lo.


O empresário Henry Maksoud disse na época que "todo o processo que levou a 

esse leilão" estava "prenhe de ilegalidades".


 - O hotel vai continuar hoje, amanhã, até quando eu quiser, mesmo com essa 

truculência com que temos sido tratados."


Procurada nesta quinta-feira (17), sua assessoria confirmou o depósito judicial.



Reservas


Até hoje, era possível fazer reserva para hospedagem no Maksoud em dezembro - 

as diárias variavam de cerca de R$ 500 a aproximadamente R$ 2.000.


Além de hospedar pessoas famosas, o Maksoud sempre foi frequentado nos fins de 

semana por famílias endinheiradas atrás do famoso brunch. E o café da manhã do 

hotel ainda atrai as classes média e alta.

 






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