UMA OPINIÃO BAMBA!

UMA OPINIÃO BAMBA!

Textos Interessantes e Curiosidades, Humor, Seinfeld, Política, Economia, Negócios, SPFC, Esportes, próprios ou não, mas sempre dando o devido crédito. Ou não?

terça-feira, 19 de março de 2013

ISSO SIM É SÉRIO! ... Greve da carne




terça-feira, 19 de março de 2013

14:23 \ Diversos

Greve da carne

Porcão Rio's: em greve

Os garçons do Porcão Rio's, talvez a mais emblemática churrascaria do Rio de Janeiro, acabam de anunciar uma inusitada greve. Os clientes não estão sendo servidos no restaurante desde 13h30.

Os garçons alegam que o Porcão, que há dois anos foi comprado dos seus fundadores pela BFG, não tem repassado os 10% da gorjeta.

No meio dessa situação esdrúxula, os clientes abandonaram suas mesas e foram embora sem pagar – até porque não havia ninguém para cobrar.

(Atualização às 21h01: o Porcão acaba de demitir oito garçons que participaram do movimento grevista)

Por Lauro Jardim

AGORA SIM QUERO UM iPHONE... Capa para iPhone permite estourar plástico bolha eternamente




Capa para iPhone permite estourar plástico bolha eternamente

mar 19th, 2013 @ 05:29 pm › Rodrigo Martins



 

Essa é para quem gosta de estourar plásticos bolha. Uma empresa que fabrica acessórios para celulares no Japão lançou uma capa para iPhone que imita o plástico bolha. Além de proteger o aparelho contra quedas, permite estourar as bolhas eternamente.

Vamos à tecnologia: a capa é feita de quatro camadas. A primeira é o plástico bolha em si. Depois, vêm os botões para apertar. Abaixo desta, a que faz o som de "estouro". Por último, a que mantém as bolhas no lugar correto.

Tudo isso para que, quando você apertar a bolha, faça o som de estouro, e ela se infle novamente. Custa R$ 40 e está à venda nesta loja.




terça-feira, 12 de março de 2013

HAHAHAHA!!! .... Amigos caem no riso após garoto pular em buraco pensando ser poça d’água; assista





Amigos caem no riso após garoto pular em buraco pensando ser poça d'água; assista

março 12, 2013


Uma brincadeira bem simples, pelo menos a princípio, rendeu boas risadas a um grupo de amigos norte-americanos. Um dos jovens foi desafiado a pular em uma poça d'água que se formou no meio da rua, mas, para surpresa de todos, o buraco era muito mais fundo do que parecia. 

Um vídeo que mostra o desfecho da brincadeira foi parar no YouTube no último sábado (9) e já tem mais de 300 mil visualizações. De acordo com informações do usuário que postou a gravação, o cinegrafista disse que nenhum dos jovens sabia que o buraco era tão fundo.

O rapaz que pulou na poça acabou voltando para casa todo molhado e levou um dólar do amigo que propôs o desafio. Confira:




segunda-feira, 11 de março de 2013

ESQUADRÃO IMORTAL – SÃO PAULO 1985-1987



ESQUADRÃO IMORTAL – SÃO PAULO 1985-1987

SPFC-1986

Grandes feitos: Campeão Brasileiro (1986) e Bicampeão Paulista (1985 e 1987).

Time base: Gilmar; Zé Teodoro (Fonseca), Oscar (Wágner Basílio / Adílson), Darío Pereyra e Nelsinho; Márcio Araújo (Falcão / Bernardo), Silas e Pita; Müller, Careca (Lê) e Sidney. Técnicos: Cilinho (1985-1986 e 1987) e Pepe (1986-1987).

"Menudos do Morumbi"

Depois da façanha de conquistar o título brasileiro de 1977 e entrar para o rol dos grandes times do país, o São Paulo começou a década de 80 sonhando alto. Primeiro, veio o bicampeonato paulista em 1980 e 1981 e por pouco o time não venceu mais um Brasileiro, em 1981, ao perder para o Grêmio de Tarcíso e Renato. Foi então que a equipe começou a apostar em suas categorias de base e garotos de puro talento aliaram seu futebol ao de estrelas já consagradas do time como Darío Pereyra, Oscar, Falcão e Pita, transformando o São Paulo num timaço entre 1985 e 1987. Com velocidade, dribles desconcertantes e gols, muitos gols, a equipe faturou dois estaduais (1985 e 1987) e um épico Campeonato Brasileiro, em 1986, graças, sobretudo, ao talento de um dos maiores centroavantes da história do futebol brasileiro e mundial: Careca, craque e ídolo eterno do tricolor. É hora de relembrar uma das equipes mais emblemáticas do São Paulo. E que foi a semente do super esquadrão dos anos 90.

 

Investir (na base) é preciso

Menudos-do-Morumbi

Depois do vice-campeonato nacional de 1981, o São Paulo passou por um período de reformulação que durou quatro anos. O time viveu na seca, viu o Corinthians ficar famoso com sua Democracia, o Flamengo massacrar os rivais e ganhar o Brasil e o mundo, assim como o Grêmio, e um certo casal 20 do Fluminense dominar o Rio e o Brasil em 1984. Neste mesmo ano, o Tricolor paulista contou com o técnico Cilinho para colocar o time de novo nos trilhos e transformar uma equipe que envelhecera em vencedora. Foi então que o treinador passou a dar atenção às categorias de base do clube e descobriu joias fantásticas: Silas, Müller e Sidney, trio que seria a espinha dorsal de um time brilhante, que ficaria em ponto de bala com as chegadas de Pita, Falcão e Careca. Junto com o goleiro Gilmar e a zaga firme composta por Darío Pereyra e Oscar, o torcedor poderia esperar muita coisa daquele time.

 

Os Menudos e seus gols

silas-muller-sidney_crop_galeria

Naquela segunda metade dos anos 80, o grande sucesso musical entre as jovens era a banda Menudos, um fenômeno comercial. Composta apenas por jovens, a banda foi um estrondo e polarizou as rádios de todo mundo. O nome da banda foi o mesmo utilizado pela imprensa e pelo público futebolístico para apelidar aquele novo time do São Paulo, que fez grandes partidas já no Campeonato Brasileiro de 1985, marcando muitos gols, mas levando também… O time empatou em 2 a 2 com Grêmio (numa partida memorável, em que o time gaúcho ficou acuado para não levar a virada), 3 a 3 com o Guarani e 4 a 4 com o Palmeiras, este um jogaço, com vários golaços, e venceu de maneira convincente outros jogos como um 2 a 1 no então campeão nacional, o Fluminense, em pleno Maracanã, o Corinthians, no Pacaembu, por 2 a 1, e o Santa Cruz, no Arruda, por 3 a 2. A inconsistência na defesa custou a classificação para a próxima fase, eliminando o tricolor logo na primeira etapa do torneio, que seria vencido pelo Coritiba, numa final atípica contra o Bangu. Mesmo com o revés, a torcida viu um futuro promissor para aquele esquadrão, que ganharia os reforços de Zé Teodoro, para a lateral-direita, e do goleiro Gilmar, substituindo o regular Tonho. Pronto. O time poderia disputar (e ganhar) o próximo torneio do ano: o Campeonato Paulista.

 

Show e caneco

SPFC-1985

No Paulista, o São Paulo embalou de vez. Müller e Careca se entenderam quase que por telepatia, o time atropelou os rivais e faturou o torneio com 23 vitórias em 42 jogos, marcando 72 gols (sendo 23 de Careca, artilheiro da competição) e sofrendo apenas 29. Na final, o Tricolor passou fácil pela Portuguesa com duas vitórias: 3 a 1 no primeiro jogo e 2 a 1 na grande decisão, com gols de Sidney e Müller. Naquele torneio, o técnico Cilinho teve a audácia de deixar o craque Falcão no banco de reservas. O "Rei de Roma" jogou pouco e atuou apenas nas fases finais da competição, a contragosto do treinador, que preferia Pita ou Márcio Araújo. Depois da conquista, Falcão deixou o time, mas o São Paulo seguiu fortíssimo. A equipe aliava rapidez e contra ataques letais (graças a Müller e Careca) com muita posse de bola (Silas, Pita e Sidney cuidavam disso). Anular aquele time era muito difícil.

Foto_011_crop_galeria

 

Pepe mantém a sina

FBA1EE9D8659429580A56BD237A1BBE3

Em 1986, o técnico Cilinho deixou a equipe e deu lugar ao interino Zé Carlos Paulista. Tempo depois, o treinador campeão do Paulistão daquele ano pela Inter de Limeira, Pepe (ex-estrela do Santos de Pelé), assumiu a equipe para a disputa do Brasileiro, que começou no segundo semestre naquela temporada, diferente dos anos anteriores. No complexo sistema do Brasileiro daquele ano, o tricolor foi o líder de seu grupo na primeira fase, com sete vitórias e três empates em 10 jogos, com destaque para a vitória de 3 a 2 sobre o Fluminense, no Maracanã e o 1 a 0 sobre o Coritiba, no Paraná. Na segunda fase, o time garantiu a classificação com o segundo lugar no grupo, atrás apenas do Palmeiras, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas em 16 jogos. Destaque para as vitórias sobre o Santos por 2 a 0, sobre o Bangu, pelo mesmo placar, sobre o Botafogo por 5 a 0 (três gols de Careca), sobre a Ponte Preta por 6 a 1 e sobre o Joinville por 5 a 0, todas elas no Morumbi. A cada partida, o talento de Careca explodia cada vez mais, com gols bonitos e impossíveis. Mas o craque maior tinha muito mais para mostrar na fase de mata-mata.

pita-batendo-falta3

 

Rumo à final

Careca II

Nas oitavas de final, o tricolor encarou a perigosa e surpreendente Inter de Limeira, então campeã estadual e primeira equipe do interior a conseguir um título Paulista. No primeiro jogo, em Limeira, vitória alvinegra por 2 a 1. Na volta, no Morumbi, Silas (2) e Careca garantiram a vitória por 3 a 0 que colocou o São Paulo nas quartas.

Na sequência, de novo o Fluminense no caminho. No primeiro jogo, no Maracanã, vitória dos cariocas por 1 a 0. Na volta, no Morumbi, Careca e Müller fizeram 2 a 0 para o São Paulo e colocaram o Tricolor definitivamente na luta pelo bicampeonato. O craque Careca, em entrevista para a revista Placar, comentou a importância daquela partida na caminhada do título:

"Fizemos grandes jogos, mas acho que contra o Fluminense, que também tinha um grande time, aqui no Morumbi, foi uma partida marcante. Fiz um gol espírita que ajudou a equipe a superar aquele adversário duro". – Careca, em entrevista à Placar.

careca_crop_galeria

Na semifinal, outro carioca, dessa vez o América, que chegava pela primeira vez entre os quatro melhores do país. No primeiro jogo, no Morumbi, vitória tricolor por 1 a 0, gol dele, claro, Careca. Na volta, no Maracanã, o São Paulo segurou um empate em 1 a 1 (Careca fez o do tricolor, só para variar…) e se garantiu em mais uma decisão nacional. O adversário seria o Guarani de Ricardo Rocha, Marco Antônio, Evair (aquele mesmo, do Palmeiras dos anos 90) e João Paulo.

 

Teste para cardíacos

São Paulo 1986 grande

A final do Brasileiro de 1986 foi a segunda envolvendo dois times paulistas (a primeira aconteceu em 1978, entre Guarani e Palmeiras. Em 1973, embora o campeão e vice tenham sido paulistas, a fase final foi um quadrangular, e não partidas finais). O time de Campinas queria levar a melhor novamente, mas sabia que do outro lado estava uma equipe muito mais forte e que tinha em Careca o brilho e poder de decisão necessários para levar o título. Mesmo assim, o alviverde foi um rival duríssimo para o tricolor. No primeiro jogo, no Morumbi, empate em 1 a 1, com gols dos matadores Evair (Guarani) e Careca (São Paulo).  A volta seria no Brinco de Ouro, em Campinas. O tricolor teria que suportar a pressão e jogar muito se quisesse ser bicampeão brasileiro.

dvd-so-paulo-campeo-campeo-brasileiro-1986_MLB-F-3078415710_082012

O jogo, como não poderia deixar de ser, foi pegado, disputado e eletrizante. O Guarani abriu o placar logo no primeiro minuto, com Nelsinho (contra). Mas apenas alguns minutos depois, Bernardo empatou. O tricolor cresceu no jogo, Careca começou a infernizar a zaga alviverde, mas não conseguiu marcar. Com o empate em 1 a 1, o jogo foi para a prorrogação. E que prorrogação! Pita fez 2 a 1 logo no primeiro minuto. Boiadeiro empatou de novo para o Guarani. João Paulo, aos 107´, colocou o Bugre na frente. A festa alviverde tomou conta do estádio, a torcida explodia em festa e o drama aumentava cada vez mais para os lados do São Paulo. A torcida via o título virtualmente perdido. Mas, como o futebol é uma caixinha de surpresas e como o tricolor tinha Careca do seu lado, aos 128´, depois de várias paralizações e acréscimos, o atacante recebeu na entrada da área e chutou de primeira, estufando as redes do goleiro: GOLAÇO!!

1_careca

De maneira inacreditável, o São Paulo empatava o jogo em 3 a 3 na até então mais emocionante final de Campeonato Brasileiro da história (se não a mais emocionante de todas). Careca marcou seu gol de número 25, se isolando na artilharia do torneio e entrando de vez para a história do São Paulo. O juiz apitou o final de jogo e o Brasil teria que conhecer seu novo campeão nos pênaltis. Na marca da cal, Boiadeiro bateu e Gilmar pegou. Careca foi para a dele e bateu mal, na mão do goleiro Neri. Tosin e Darío Pereyra marcaram na sequência, mas João Paulo chutou para fora a terceira cobrança do Bugre. Fonseca deixou o São Paulo na frente, Valdir Carioca e Evair marcaram para o Bugre, assim como Rômulo para o tricolor. A cobrança decisiva estava nos pés de Wágner Basílio. Ele bateu rasteiro, o goleiro ainda tocou na bola, mas não deu: 4 a 3 para o tricolor! O Brasil era vermelho, preto e branco pela segunda vez na história!

careca86_1ae62

Os Menudos chegavam ao topo com 17 vitórias e apenas quatro derrotas em 34 jogos, marcando 62 gols (melhor ataque) e sofrendo apenas 22. Muita festa em Campinas e a consagração do capitão Careca, sem dúvida, o grande nome da conquista.

SPFC-Careca-5

 

Saída do ídolo e título derradeiro

DARIO galeria

Em 1987, o São Paulo perdeu o ídolo Careca para o Napoli, de Maradona, e o técnico Pepe, mas teve a volta de Cilinho e a chegada de Lê. No Brasileiro, o time foi bem, mas foi prejudicado pela arbitragem e ficou de fora da semifinal. Na Libertadores, a falta de experiência pesou e a equipe não passou da fase de grupos. Já no Paulista, o esquadrão tricolor conseguiu mais um título, derrotando o Corinthians nas finais com uma vitória por 2 a 1 e um empate sem gols. Era o segundo título do clube na competição em apenas três anos.

 

Fim da safra

1209324530_f

Depois da conquista estadual de 1987, o São Paulo se enfraqueceu. Saíram Darío Pereyra, Silas, Pita, Müller e o técnico Cilinho, que brigou com jogadores e a torcida. A equipe se desestruturou e pareceu que ia mergulhar na crise. Mas só pareceu, pois já em 1989 um certo Raí, ao lado de Telê Santana, começaria a escrever as mais gloriosas páginas na história do São Paulo. Mas essas páginas tiveram suas primeiras linhas douradas com a garotada que jogava por música e embalou durante três anos as tarde e noites de futebol no Morumbi. Os Menudos marcaram época, deram glórias inesquecíveis ao tricolor e colocaram o clube definitivamente entre os maiores do país. Um esquadrão imortal.

 

Os personagens:

Gilmar: desde Waldir Peres que o São Paulo não tinha um goleiro tão eficiente debaixo das traves. Seguro, sortudo e falador, Gilmar marcou época no Morumbi e foi essencial para os títulos no período, principalmente no Brasileiro de 1986.

Zé Teodoro: chegou para tomar conta da lateral-direita do tricolor. Raçudo, eficiente na marcação e até goleador em determinados momentos, Zé Teorodo conquistou a torcida e foi titular absoluto por muitos anos, até a chegada do mito Cafu.

Wágner Basílio: poderia ter acabado com sua passagem no São Paulo se a equipe perdesse om jogo na prorrogação, afinal, falhou feio em um dos gols do Bugre. Mas o defensor se redimiu ao lançar a bola que culminaria no gol de Careca, o de empate em 3 a 3, e nos pênaltis, quando marcou o tento que deu o bicampeonato ao tricolor. Não tinha a eficiência de Oscar, mas conseguia dar conta do recado quando necessário, até mesmo como lateral.

Oscar: foi um dos grandes zagueiros do São Paulo no início dos anos 80, fazendo uma célebre dupla com o uruguaio Darío e contribuindo para o título paulista de 1985. Mas a idade começou a chegar e ele perdeu a posição para Basílio e Adílson, deixando o tricolor tempo depois.

Adílson: zagueiro muito eficiente, conseguiu colocar o veterano Oscar no banco graças as suas ótimas atuações ao lado de Darío Pereyra. Depois de conquistar dois Paulistas e o Brasileiro de 1986, deixou o time e voltou no começo dos anos 90, quando voltou a conquistar títulos, dessa vez bem mais importantes, como a Libertadores e o Mundial, ambos em 1992.

Fonseca: outro que ia bem como lateral ou zagueiro, sem firulas ou jogadas de efeito. Teve papel importante na final do Brasileiro de 1986, quando marcou um dos gols na decisão por pênaltis. Venceu, também, os Paulistas de 1985 e 1987 com o tricolor.

Darío Pereyra: garra, técnica, estilo e coração no bico da chuteira, tudo no mais puro espírito uruguaio. Assim era Darío Pereyra, um dos maiores zagueiros da história do São Paulo e um símbolo de clube por mais de 10 anos. Conquistou quatro Campeonatos Paulistas e dois Brasileiros, jogando sempre com amor à camisa e muita eficiência. De quebra, marcava muitos gols para um zagueiro (foram 37 pelo tricolor). Um ídolo eterno do clube do Morumbi.

Nelsinho: apoiava muito bem o ataque e dificilmente jogava mal, mantendo sempre uma regularidade vital para a equipe. Deu azar no primeiro gol do Guarani na decisão do Brasileiro, mas não se abateu e seguiu bem no jogo. Peça importante nos títulos do período.

Márcio Araújo: era um dos polivalentes do time, podendo atuar como zagueiro, volante ou meia. Sua maior façanha, no entanto, foi ter conquistado Cilinho e ter deixado Falcão no banco, assumindo a titularidade em grande parte da temporada de 1985.

Falcão: não tinha mais o vigor dos tempos de Internacional ou Roma, claro, mas ainda sim teve seu peso nas finais do Paulista de 1985, despertando respeito nos adversários e sendo uma ameaça no meio de campo para qualquer equipe. Jogou pouco, mas o bastante para a torcida poder dizer que teve um dos maiores nomes do futebol mundial vestindo o vermelho, preto e branco.

Bernardo: depois de um ótimo Campeonato Paulista pelo Marília, em 1985, foi para o São Paulo para fazer história. Conquistou o Brasileiro de 1986 (marcando um dos gols da final) e o Paulista de 1987, além de vários outros torneios e mais um Brasileiro, em 1991. Muito voluntarioso e de boa técnica, Bernardo foi um dos maiores nomes no meio de campo tricolor no final dos anos 80 e início da década de 90.

Silas: sem dúvida, o motor do time. Dava passes precisos para Müller e Careca, ajudava na marcação, se locomovia muito e driblava demais. Não chutava tão bem, mas ainda sim marcava vários gols. Era um dos mais importantes jogadores da equipe naqueles anos e foi peça fundamental para as glórias do período.

Pita: já era um craque quando chegou ao São Paulo, em 1984, depois de despontar com muito brilho no Santos, que havia sido vice-campeão brasileiro em 1983. Rápido, Pita conseguia driblar um marcador pequenos espaços do campo, além de dar lançamentos primorosos para os atacantes. Marcava poucos gols, mas quando os fazia, era sempre golaço. Um dos maiores craques que o tricolor já teve.

Müller: se Müller causava estragos nos anos 90 já experiente, imagine em começo de carreira? O atacante era simplesmente infernal, goleador, arisco e velocíssimo. Ao lado de Sidney e Silas, foi um símbolo dos Menudos do Morumbi e ídolo da torcida. Disputou as Copas de 1986 e 1990 como titular graças ao seu desempenho no tricolor. Deixou o time em 1988 para jogar no Torino, mas voltou em 1991 a tempo de colecionar títulos como Brasileiro, Paulistas, Libertadores, Mundiais, Supercopas, Recopas…

Careca: foi a alma e a estrela da conquista do Brasileiro de 1986, além de ter sido um dos maiores jogadores da história do São Paulo em todos os tempos. Foi artilheiro do Paulista de 1985 e do Brasileiro de 1986, marcava gols de todos os jeitos possíveis, a maioria deles golaços, resolvia partidas sozinho e era um terror constante para os zagueiros adversários. Técnico e driblador, Careca foi também um dos maiores atacantes do futebol mundial e disputou as Copas de 86 e 90. Deixou o tricolor em 1987 para ganhar fama mundial no Napoli de Maradona, que conquistou quase tudo o que disputou entre 1986 e 1991. Marcou 115 gols em 191 jogos com a camisa tricolor. Um craque imortal.

Lê: se revelou para o futebol comandando a Inter de Limeira campeã paulista em cima do Palmeiras em 1986. Chegou ao São Paulo em 1987 e teve papel decisivo na conquista do título estadual, marcando um gol na vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians. Rápido, jogava bem no ataque e como meia.

Sidney: completava o trio dos Menudos do Morumbi e encantava com seus dribles e jogadas pelas pontas. Muito rápido e talentoso, conseguiu até ser convocado para a seleção, mas deixou a vida noturna e a boemia acabarem com sua promissora carreira, que nunca mais foi a mesma depois que deixou o clube em 1988.

Cilinho e Pepe (Técnicos): Cilinho foi o grande responsável por levar ao time titular os garotos das categorias de base e por implantar um sistema de jogo que explorava a velocidade, os contra-ataques rápidos e a posse de bola. Suas inovações deram ao São Paulo uma qualidade incrível e uma eficiência fantástica, que culminou com as conquistas dos Paulistas de 1985 e 1987 e do Brasileiro de 1986, este com a mão de Pepe, que manteve a pegada do time e mostrou ser um técnico de estrela, afinal, no mesmo ano ele faturou o Paulista com a Inter de Limeira quando todos apostavam no Palmeiras. E levou o tricolor ao título nacional quando todos achavam que o Guarani, com o 3 a 2 no placar até os acréscimos da prorrogação, iria ser campeão.

 

Extras:

Careca e o gol "espírita"

Nas quartas de final do Brasileiro de 1986, o São Paulo precisava vencer o Fluminense para ir às semifinais. E conseguiu graças a um golaço de Careca e a uma atuação coletiva exemplar.

 

Jogaço épico

A final do Brasileiro de 1986 é daquelas de arrebatar o coração de qualquer apaixonado por futebol. Veja como foi.

 

Careca x Maradona

Antes de partir, Careca ainda vestiu a camisa do São Paulo em um amistoso contra seu futuro clube, o Napoli, na Itália. Foi 2 a 2, com direito a golaço do craque brasileiro.

 

Zetti e o peru

Na partida que decidiu o finalista do Paulista de 1987, o São Paulo derrotou o Palmeiras com categoria por 3 a 1, com direito a frango de Zetti.




terça-feira, 5 de março de 2013

LOVE IT!!! .... Today in Disney History: Journey Into Imagination Opens at Epcot




Today in Disney History: Journey Into Imagination Opens at Epcot

posted on March 5th, 2013 by Jennifer Fickley-Baker, Social Media Manager



Today in Disney history is a biggie for fans of early Epcot history. On March 5, 1983, the original Journey Into Imagination attraction debuted in FutureWorld at Epcot, introducing guests to Dreamfinder, Figment and a lovely little song titled "One Little Spark."


The original attraction's storyline began with Dreamfinder gathering up materials to inspire new ideas. With the help of his imagination he creates a companion named Figment, who is described as having: "Two tiny wings, eyes big and yellow. Horns of a steer – but a loveable fellow. From head to tail, he's royal purple pigment and there, voila, you've got a Figment – a Figment of imagination!" From here, Dreamfinder took Figment – and us guests – along on an exploration of the Dreamport, the place where the duo used their imaginations to try out new ideas in the arts, literature, technology and more.

The attraction's Image Works post-show offered guests a chance to experiment with creativity hands-on in different activity stations, including Magic Palette (digital drawing), Lightwriter (laser writing/drawing technology), Bubble Music (image projection combined with sound), and other interactive fun. One of my personal favorites was the Rainbow Corridor/Sensor Maze, pictured above, which assigned a color to each person who entered and followed the person throughout.

The attraction later became Journey Into Your Imagination in 1999, and the current version, Journey Into Imagination with Figment, debuted in 2002.

What are your favorite memories of Figment? Share your birthday wishes...




QUELOPARIÓ!!! .... Estudo aponta que uma barra de chocolate contém, em média, 8 pedaços de barata





Estudo aponta que uma barra de chocolate contém, em média, 8 pedaços de barata



Além de saboroso, o chocolate oferece uma série de benefícios para quem o consome, mas um recente estudo realizado nos Estados Unidos revelou que a guloseima pode conter um "ingrediente" nada agradável: baratas. De acordo com a Food and Drugs Administration (FDA), órgão que controla os alimentos e remédios norte-americanos, cada barra de chocolate no país chega a acumular em seus compostos uma média de até oito pedaços do inseto.

As baratas não fazem parte da receita, mas acabam sendo moídas juntos com os ingredientes. Segundo o levantamento da FDA, um chocolate de 100 gramas pode ser comercializado com até 60 pedaços de baratas, o que seria totalmente aceitável, já que os insetos acabam sendo triturados e não causam grandes impactos na saúde, afetando apenas pessoas alérgicas e com asma.

Foto: Reprodução/Uol

Apesar do estranhamento que a notícia pode causar, é importante lembrar que o chocolate não é o único "privilegiado". Em entrevista à emissora "ABC News", o alergista Morton M. Teich explicou que todos os alimentos possuem algo tipo de contaminante e que "evitar insetos na comida é quase impossível".

A solução para eliminar os bichinhos indesejavéis seria o uso de pesticidas, mas, de acordo com Morton, a alternativa é mais prejudicial para a saúde humana do que ingerir pedaços de baratas.

E então… Vai um "chocolatezinho" ai!?



sábado, 2 de março de 2013

20 logotipos inteligentes com mensagens escondidas / 20 inteligent hidden messages logos





20 logotipos inteligentes com mensagens escondidas

Um logotipo pode dizer muito, mas às vezes precisa de tradução. Confira o significado por trás de algumas imagens, segundo seleção do Twisted Sifter

, de 



FedEx

FedEx

Você consegue ver a imagem escondida no logo da FedEx? Pode olhar de perto: o espaço em branco entre as letyras "E" e "X" forma uma seta perfeita, sugerindo o movimento - e velocidade - para a companhia de logística americana.



Amazon

Amazon

Apesar de ser um logo bem literal, com o nome completo da empresa, o símbolo da Amazon tem espaço para esconder uma mensagem. Você já havia percebido a seta que liga a letra "A" até a letra "Z"? A ideia é reforçar que a empresa vende todos os tipos de produtos, de "A a Z". Alguns interpretam ainda a seta como um sorriso.



Eighty 20

Eighty 20

Esse é para geeks: os quadrados acima do símbolo da empresa de consultoria britânica 'Eighty 20′, quando lidos em linguagem binária (1010000 e 0010100), foram os números 80 e 20, respectivamente.



Bronx Zoo

Bronx Zoo

Outro exemplo do uso do do "espaço negativo": a linha do horizonte dos prédios de Nova York pode ser enxergada nas pernas das girafas neste símbolo do zoológico do Bronx, bairro da cidade.



Goodwill

Goodwill

A face sorridente icônica é, na verdade, a letra "G" de Goodwill, empresa de contabilidade americana, vista de perto e depois de receber cortes para aproximá-la.



Pittsburgh Zoo e PPG Aquarium

Pittsburgh Zoo e PPG Aquarium

Nos dois lados da árvore que aparece como imagem principal do logo do zoológico de Pittsburgh, nos Estados Unidos, as faces de um gorila e de um leão podem ser vistas em branco, no "espaço negativo" do logo, como imagens secundárias.



Tostitos

Tostitos

Um desenho discreto fica escondido no logo da marca de salgadinhos Tortitos, da americana Frito-Lay. Entre as duas letras "T" e "I" bem no meio da frase, existe uma pequena festa acontecendo. As duas letras iguais representam pessoas. E os dois personagens levam uma pequena tortilha a um recipiente de molho bem em cima do "I".



Eight

Eight

O nome simples e direto da "Eight" é honrado no logotipo cujas letras são todas formadas por recortes do número oito. A peça é criação do estúdio britânico Stylo Design.



Atlanta Falcons

Atlanta Falcons

O time de futebol americano da NFL adotou como logotipo um facilmente reconhecível "F". Mas se você olhar mais atentamente, pode perceber que a letra é formada por uma ave de rapina estilizada.



Milwakee Brewers

Milwakee Brewers

O clássico logo do time americano não apenas parece uma luva de baseball: a forma do objeto é gerada pelos contornos das letras "B" e "M", iniciais do grupo.



Roxy

Roxy

Roxy é uma linha de roupas para meninas que praticam o surf e snowboard. De propriedade da Quiksilver, seu simbolo consiste em dois logos da companhia proprietária girados para formar um coração.



Via Rail Canadá

Via Rail Canadá

A empresa ferroviária canadense VIA tem um logotipo interessante. Se você focar no espaço em branco entre o 'V' e "I" e, em seguida, novamente no espaço em branco entre o 'I' e o 'A', você vai notar duas linhas paralelas que representam vias férreas.



Hersheys

Hershey's Kisses

A marca da Hershey's fez uma brincadeira discreta em seu logotipo. Os observadores irão notar que entre a letra "K" e o "I" de Kisses há um chocolate com o típico formato de gota escondido.



Mosleep

Mosleep

O logotipo da Mosleep, associação americana para tratamento de desordens do sono, contém uma letra "M" em destaque - e ela ainda ajuda a completar a forma de uma confortável cama.



Hartford Whalers

Hartford Whalers

O antigo time de hóquei no gelo da NHL tinha um logo interessante. O "H" pode ser enxergado em cinza entre o azul e o verde, ao mesmo tempo em que ajuda a formar uma cauda de baleia, animal que dá nome ao time. Hoje o grupo foi renomeado para Carolina Hurricanes.



Media General é dona de oito estúdios da NBC

NBC

O icônico símbolo do canal americano traz um pavão em cor branca, com cinco penas coloridas representando cada uma das divisões da empresa (hoje, depois do desenho original do logo, foram criadas mais divisões). A ave olha para a direita, postura geralmente associada a desenvolvimento e futuro.



Tour de France

Tour de France

O logotipo da competição de ciclismo contém a imagem de um atleta, cujo corpo pode ser identificado na letra "R". As duas rodas da bicicletas são formados pelo "O" e pelo desenho do sol.



Spartan Golf Club

Spartan Golf Club

À primeira vista, pode ser observado um golfista que acabou de completar um lançamento. Mas a imagem ambígua traz também o capacete de um guerreiro espartano, região da Grécia que dá nome ao clube.



London Symphony Orchestra

London Symphony Orchestra

O logo da London Symphony Orchestra não apenas representa a sigla "LSO", mas também se assemelha a um maestro conduzindo uma orquestra - com as letras "L" e "O" representando seus braços.



Baskin Robbins

Baskin Robbins

O "BR" do logo da Baskin Robbins tem duas cores. Se você focar sua atenção apenas na parte rosa, vai notar o número 31 - exatamente o número de sabores que a marca de sorvetes americana tem em seu cardápio.