UMA OPINIÃO BAMBA!

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ceni critica Itaquerão, Copa no Brasil e diz que País só "pensa em levar vantagem"

Rogério Ceni acredita que São Paulo paga preço alto por ser um clube honesto

sexta-feira, 26 de agosto de 2011


SPFC News
(http://www.spfcnews.spfc1935.com.br/2011/08/ceni-critica-itaquerao-copa-no-brasil-e.html?m=1)


Do UOL Esporte
Em São Paulo

  
A escolha do Itaquerão como sede paulista da Copa do Mundo ainda rende polêmica. O estádio corintiano, que tem previsão para ser inaugurado apenas em 2014, meses antes do início da Copa do Mundo no Brasil, venceu a briga com o Morumbi. Rogério Ceni, grande ídolo da torcida do São Paulo atualmente, atacou a decisão de construir uma nova arena na cidade e também mostrou que não está de acordo com a realização do Mundial no país.

Em entrevista à Agência Radioweb, o goleiro lembra casos de corrupção e diz não acreditar que o Brasil tenha condições de receber uma Copa do Mundo hoje. "Quer dizer, tem condições de receber uma Copa do Mundo, nos moldes que a gente poderia receber. O Brasil só pensa em levar vantagem. Então se constroem estádios e mais estádios [...] As pessoas não têm escrúpulos: elas governam e lideram por interesses pessoais e não por interesse do povo", atacou Ceni.

De acordo com o camisa 1 do São Paulo, o Morumbi só não foi escolhido para receber os jogos da Copa-2014 porque tinha um plano próprio para reformar a sua casa. "É que era um estádio em que, quem quer gastar, é o São Paulo. Não dá certo. Se ainda tivesse alguma verba de fora", cutucou.

Rogério Ceni mantém as críticas aos dirigentes do futebol brasileiro, sempre com um tom irônico. "Mas a responsabilidade é do clube. Aí não dá para construir outro estádio, não tem R$ 1 bilhão pra gastar. Então não dá muito certo. Tem que ter dinheiro que a gente não tenha tanto controle porque, se tiver responsabilidade, não funciona", completou.

Quando questionado sobre a relação conturbada do São Paulo com a CBF, o jogador manteve o tom crítico. "É o preço que se paga quando você quer ser correto, quando você quer ser honesto num mundo em que as pessoas não pensam dessa maneira. A gente vive há alguns anos sofrendo algumas coisas", explicou Ceni, sem entrar em detalhes.


Ceni falar o que pensa, é autêntico. Por essas qualidades ele paga muito caro, não é convocado para a seleção a anos.

Em um país onde políticos corruptos não saem do poder, o que esperar da organização da Copa?


Postado por Aurelio Mendes às Sexta-feira, Agosto 26, 2011


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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Cacciola deixa a prisão no Rio de Janeiro

O ex-banqueiro Salvatore Cacciola, 65, foi liberado na tarde de hoje do instituto penal Plácido Sá Carvalho, localizado no Complexo Penitenciário de Bangu, Rio de Janeiro (Paula Giolito/Folhapress)


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Opinião do Blog:

Não é justo! Só o Cortez fica em cana! Hehehe

Ricardo Bampa - Qui, 25 de ago de 2011 | 23:32:57
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25/08/2011 - 18:04


Pivô de um dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil, o ex-banqueiro conseguiu liberdade condicional após cumprir um terço da pena a que foi condenado


(http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cacciola-deixa-a-prisao-no-rio-de-janeiro)


O ex-banqueiro Salvatore Alberto Cacciola já deixou a prisão. Cacciola, de 67 anos, estava no Instituto Penal Plácido Sá Carvalho, no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, e conseguiu na terça-feira liberdade condicional. Na tarde desta quinta-feira, ele saiu a pé, vestindo calça jeans e camisa branca, e entrou num Fiesta preto. O ex-banqueiro, pivô de um dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil, foi condenado a 13 anos de prisão pelos crimes de gestão fraudulenta e desvio de dinheiro público. O livramento foi assinado pela juíza Natascha Maculan Adum Dazzi. Em julho, a pena do ex-banqueiro foi reduzida em um quarto, por decisão da juíza Roberta Barrouin Carvalho, da Vara de Execuções Penais. Com a redução, o ex-dono do Banco Marka já teria cumprido um terço de sua pena, o que abriu caminho para pedido de livramento condicional, regime no qual ele cumpriria em liberdade o restante de sua condenação.

Salvatore Cacciola tornou-se um dos maiores símbolos brasieliros do empresário inescrupuloso e confiante na impunidade. Ganhou muito dinheiro no mercado financeiro até fazer a aposta errada que quebrou seu banco. Em 1999, a desvalorização do real levou o banco Marka à bancarrota. Cacciola salvou-se numa nebulosa operação de socorro do Banco Central. Um ano e meio depois, foi preso enquanto tentava perder alguns quilos no luxuoso spa Kur, no Rio Grande do Sul. Ficou 37 dias atrás das grades e deixou a prisão, beneficiado por um habeas corpus. Aproveitando-se da cidadania italiana, mandou-se para Roma, onde continuou levando vida muito boa. Seu patrimônio saiu intacto do escândalo, à custa da ruína dos 1.300 investidores dos fundos do Marka.

Em 2005, foi condenado a 13 anos por apoio a peculato (crime em que funcionário público se utiliza do cargo para auferir vantagens pessoais) e gestão fraudulenta de instituição financeira. Continuou na Itália, e tão seguro de que não seria punido que, em 2007, acompanhado da namorada, resolveu passar um fim de semana em Mônaco - situação em que a cidadania italiana não o protegia. Foi preso pela Interpol e mandado de volta ao Brasil. Cacciola deve permanecer no Rio de Janeiro, onde vive sua namorada, a gaúcha Mirela Hermes.

Recurso - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro informou, no fim da tarde, que deu entrada em um mandado de segurança na Justiça com pedido de liminar para suspender a decisão de soltura de Cacciola. De acordo com a nota, o MP também interpôs, na Vara de Execuções Penais, recurso para reverter a decisão que concedeu o benefício de livramento condicional. A alegação é de que o ex-banqueiro "não pode gozar deste direito sem haver reparado o dano que gerou à União", como exige o Art. 83, Inciso IV, do Código Penal.


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Sobrevida média de pacientes com câncer de pâncreas que atinge Steve Jobs é de cinco anos

Steve Jobs: o empresário americano foi diagnosticado em 2003 com câncer de pâncreas (Thinkstock)


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Opinião do Blog:

Tanto vaso ruim e inútil por aí...

Ricardo Bampa - Qui, 25 de ago de 2011 | 23:21:36
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25/08/2011 - 17:57

Doença que afastou presidente-executivo da Apple do cargo costuma ter um desenvolvimento mais lento, o que acaba aumentando tempo de vida do paciente após o diagnóstico

Aretha Yarak


(http://veja.abril.com.br/noticia/saude/sobrevida-media-de-pacientes-com-cancer-de-pancreas-que-atinge-steve-jobs-e-de-cinco-anos)


O câncer de pâncreas, doença que fez Steve Jobs pedir afastamento do controle da Apple, segunda empresa mais valiosa do planeta, é um dos tipos do mal com maior índice de mortalidade. O motivo que levou ao afastamento de Jobs ainda não foi publicamente explicado, mas tudo indica que tenha relação com os sérios problemas de saúde vividos pelo americano há quase oito anos.

Desde 2003, Jobs enfrenta um subtipo raro da doença: o carcinoma neuroendócrino de pâncreas. Segundo a Organização Mundia de Saúde, todos os anos são registrados quase 145.000 novos casos de câncer de pâncreas e cerca de 139.000 mortes. Sem um diagnóstico precoce eficiente, a doença chega a vitimar, em até cinco anos, 95% dos pacientes que desenvolvem o tumor.


A doença de Steve Jobs

. 2003: Steve Jobs é diagnosticado com um câncer no pâncreas. Antes de se render aos tratamentos convencionais, ele tenta terapias alternativas durante nove meses
. 2004: O empresário passa por uma cirurgia para a remoção do tumor e chega a afirmar que o câncer havia sido exterminado. À época, Jobs afirmou não ter feito quimioterapia e radioterapia
. 2009: O empresário passa por um transplante de fígado. A operação poderia ter sido realizada para tentar reverter os danos causados pela metástase do tumor. Jobs, no entanto, nunca fez uma declaração pública explicando os motivos do transplante
. 2010: Jobs afasta-se temporariamente da direção da Apple, deixando Tim Cook no controle dos negócios


De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes por câncer. Esse câncer é mais comum após os 50 anos de idade, e é quase duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. E de duas a três vezes mais frequente entre fumantes. A doença é costumeiramente subdividida em dois grupos: os tumores exócrinos, que crescem nos dutos responsáveis pela produção enzimas que ajudam na digestão, e os endócrinos, que se formam em células especializadas na produção de hormônios, como a insulina.

Entre os exócrinos, está o adenocarcinoma, tipo responsável por cerca de 95% dos casos de câncer de pâncreas no mundo. "Esse tipo tem um prognóstico muito ruim, a sobrevida do paciente pode ser de menos de um ano", diz Raquel Riechelman, oncologista especializada em câncer gastrointestinal do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Isso acontece por dois agravantes: além das células cancerígenas tenderem a se multiplicar de maneira rápida, não há exames preventivos para detecção precoce do tumor. Como a cirurgia para remoção do tumor não é indicada para cerca de metade dos casos de adenocarcinoma, o tratamento da doença é feito com quimioterapia e/ou radioterapia.

Apesar de raro, o tumor do empresário Steve Jobs é um tipo menos agressivo da doença. Classificado entre os endócrinos, o carcinoma neuroendócrino de pâncreas costuma ter um desenvolvimento mais lento, o que acaba aumentando a sobrevida do paciente. Como tem origem nas células especializadas do órgão, ele pode interferir diretamente na produção de hormônios como a insulina e o glucagon (ambos relacionados ao diabetes). Nesses tipos de tumor, o tratamento geralmente tem origem com o procedimento cirúrgico, para tentar a remoção completa do tumor - e não costuma ser seguido de quimioterapia. Em geral, o procedimento depois da cirurgia é paliativo - com o objetivo de aliviar a dor do paciente. O protocolo é variado. 

Entre os sintomas do câncer de pâncreas estão, de maneira mais comum, a icterícia (olhos e pele ficam amarelados), que pode levar à coceira pelo corpo e a casos de infecções; vômitos; perda de peso sem causa aparente; falta de apetite; dores de cabeça; sudorese; mal-estar; e uma dor abdominal que pode ser irradiada para as costas. "Em casos mais raros, o paciente pode ter ainda diabetes, em função da obstrução do fluxo de substâncias", diz Daniel Herchenhorn, chefe da Oncologia Clínica do Inca.

Prevenção - No Brasil, estima-se que haja todos os anos mais de 9.000 novos casos e quase 7.000 mortes. Segundo Antonio Carlos Buzaid, coordenador geral do Centro Avançado de Oncologia do Hospital São José, a doença é silenciosa e apresenta sintomas apenas quando já está em estágio avançado. "É muito difícil curar um paciente com câncer no pâncreas, porque, quando se descobre a doença, ela já está desenvolvida e até em metástase", diz.

A taxa de sobrevida global no primeiro ano após o diagnóstico de adenocarcinoma é de 26%, com uma taxa de sobrevida de apenas 6% em cinco anos. Quando a doença consegue ser identificada em seu estágio inicial, no entanto, com a remoção do tumor ainda viável, a taxa de sobrevivência sobe para 23% no mesmo período. A sobrevida média de pacientes com câncer de pâncreas costuma ser de um ano para casos de adenocarcinoma e de até cinco anos para o carcinoma neuroendócrino - caso de Jobs.

Metástase - À medida que cresce, já em estágios avançados, o câncer de pâncreas pode atingir outros órgãos do corpo. Os primeiros afetados costumam ser o fígado e sistema linfático do paciente. "Em casos muito específicos e selecionados, o transplante de fígado pode ser benéfico", diz Herchenhorn. Os especialistas afirmam, no entanto, que a técnica ainda pouco usual também traz riscos ao paciente. "Pode-se acabar colaborando com a metástase, porque no transplante você suprime o sistema imunológico do paciente", diz Buzaid.


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Clinton adverte que próximos dias serão 'críticos para Líbia

UOL
(http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/08/25/clinton-adverte-que-proximos-dias-serao-criticos-para-libia.jhtm)


25/08/2011 - 22h36


WASHINGTON, EUA, 25 Ago 2011 (AFP) -

Os próximos dias e semanas na Líbia serão "críticos" porque "o futuro não está garantido", disse nesta quinta-feira a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, ao anunciar o apoio total de Washington ao novo governo.

"A situação continua sendo instável, mas é claro que a era Kadhafi está chegando ao fim, abrindo o caminho para uma nova Líbia, de liberdade, justiça e paz".

"Não pode haver espaço na nova Líbia para vingança e represália. O futuro da Líbia será pacífico apenas se os líderes e o povo se unirem em um espírito de paz".

"O povo líbio fez a revolução e deve seguir seu caminho, mas precisa de nossa ajuda e o futuro da Líbia não está garantido. Há um trabalho considerável pela frente. Os dias e semanas que se aproximam serão críticos".

Os Estados Unidos anunciaram na manhã desta quinta-feira a liberação de 1,5 bilhão de dólares de dinheiro líbio congelado no exterior para os setores de saúde, energia, educação e abastecimento.

"Quando receber estes fundos, o Conselho Nacional de Transição poderá assumir suas responsabilidades internas e internacionais para construir um estado tolerante, unificado e democrático, que proteja os direitos humanos de todos os cidadãos", destacou Clinton.

"É indispensável que o Conselho Nacional de Transição acerte rapidamente com os líderes das comunidades, em todo território, medidas para assegurar a ordem, proporcionar os serviços básicos à população e preparar o terreno para uma transição democrática plena".

"Apelamos a Kadhafi, sua família e seus partidários que acabem com a onda de violência, pelo bem do povo líbio e do futuro do país", concluiu a secretária de Estado.

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World Wonders

"World's most dangerous hiking trail - Huashan Trail

Situated just 120 kilometers East of Xi'an City, in Shaanxi province, Huashan is one of China's five sacred mountains and one of the country's most popular tourist attractions. It's appreciated for the beautiful natural scenery and the ancient Taoist temples, but Huashan is most famous for the dangerous hiking trail to the summit. There are around 100 deadly accidents on the Huashan Trail every year."

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

World Wonders

"World's crookedest street - Lombard, San Francisco

Lombard Street is best known for the one-way section on Russian Hill between Hyde and Leavenworth Streets, in which the roadway has eight sharp turns that have earned the street the distinction of being the crookedest street in the world. The switchback's design, first suggested by property owner Carl Henry and instituted in 1922, was born out of necessity in order to reduce the hill's natural 27% grade, which was too steep for most vehicles to climb."

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Bem-casados

Queijo & vinho? Estão se divorciando. Casamento promissor mesmo é o do queijo com a cerveja. Mas antes de sair por aí apostando cegamente na parceria, confira as afinidades. Afinal, qualquer relação tem suas regras.


24 de agosto de 2011 | 20h 39


Estadao.com.br
(http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos%20paladar,bem-casados-,4632,0.htm)


Roberto Fonseca

Dizer que vinhos e queijos não "casam" bem é uma maneira bastante confiável de causar espanto em seu interlocutor. Ainda mais se a frase seguinte for "a combinação ideal é com cervejas".
Um bom argumento para continuar a conversa, porém, é o vídeo Cheese Wats, em que Garrett Oliver, mestre-cervejeiro da nova-iorquina BrooklynBrewery, e uma sommelière apresentam cervejas e vinhos a uma plateia, para harmonização com queijos. No final, a decisão é do público - que, em geral, tende à cerveja.

Oliver costuma dizer que cerveja e queijo combinam tão bem "que não se sabe onde um começa e o outro acaba" quando degustados em conjunto.

Mas por que isso ocorre? Especialistas ouvidos pelo Paladar apontam quatro elementos da cerveja que facilitam a harmonização, juntos ou isoladamente: o amargor do lúpulo, a acidez, o teor alcoólico e a carbonatação. Eles ajudam a cortar a gordura do queijo e refrescar a boca, além de, em alguns casos, enfatizar o sabor do queijo.

A variedade do malte ainda encontra semelhanças com os laticínios - queijos mais envelhecidos, com notas amendoadas, casam bem com cervejas com maltes que tenham características similares. E assim como pães e queijos combinam, maltes que remetem a grãos causam a mesma sensação aos degustadores. Há, ainda, variáveis como a levedura e condimentos adicionados à cerveja que podem, por exemplo, torná-la cítrica e condimentada, par perfeito ao chèvre e até ao gorgonzola. Motivo certo para "divórcio", porém, é tentar unir cervejas potentes com queijos suaves e vice-versa.

No Brasil, um dos eventos pioneiros - se não o primeiro - em que cerveja e queijo foram harmonizados por especialistas ocorreu em 2006, em São Paulo. Juliano Mendes, ex-sócio da cervejaria Eisenbahn, de Blumenau, conta ter convidado cervejeiros e produtores de queijo.
"Provamos todos os queijos disponíveis à época com nossas cervejas. Saímos quase com uma 'overdose' de queijo, mas foi impressionante." Desde então, a cervejaria - e outros produtores - passaram a trabalhar com a harmonização.


CASAMENTO À ITALIANA

Na onda da descoberta das cervejas especiais pelos italianos, perguntei a produtores do país qual seria a melhor combinação da bebida com o parmigiano-reggiano, queijo de origem controlada e um dos mais conhecidos em todo o mundo.

Teo Musso, da cervejaria Baladin, afirma ter feito vários testes do queijo com suas cervejas, e a que mais combinou foi a Mielika, belgian strong ale que, como sugere o nome, leva mel na receita. Giovanni Campari, do Birrificio del Ducato, perto de Parma, indicou sua A.F.O. (Ale For Obsessed), pale ale de 5,4% com notas de malte caramelo e amargor persistente. "A cerveja 'chama' o queijo e vice-versa." Os dois rótulos são encontrados no Brasil.

Bruno Carilli, da Toccalmatto, também vizinha a Parma, gosta de harmonizar o parmigiano-reggiano com sua gran cru. Para consolar degustadores - a cerveja não é vendida no Brasil -, ele sugere ainda a belga Rodenbach Gran Cru, esta sim disponível por aqui.


Onde comprar as cervejas:

Casa Santa Luzia - Al. Lorena, 1.471, Jd. Paulista, 3897-5000

Empório Alto dos Pinheiros - R. Vupabussu, 305, Pinheiros, 3031-4328

Frangó - Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia do Ó, 3932-4818

Melograno - R. Aspicuelta, 436, V. Madalena, 3031-2921

Pão de Açúcar - Av. Marginal dos Pinheiros, Real Parque, 3758-5886

Sites:
www.nonobier.com.br
www.puromalte.com.br


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Escaldado com caso Oscar, São Paulo apressa renovação de talentos da base

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Opinião do Blog:

E o Henrique, artilheiro e MVP do Mundial Sub-20, também renovou! Se segura Barcelona!!!

Ricardo Bampa - Qua, 24 de ago de 2011 | 10:44:14
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Sempretricolor
(http://www.sempretricolor.com.br/st2009/index.php?option=com_content&view=article&id=31869:escaldado-com-caso-oscar-sao-paulo-apressa-renovacao-de-talentos-da-base&catid=49:agosto#.TlT-fyPI21g.twitter)



Qua, 24 de Agosto de 2011 08:36


A briga na Justiça com Oscar e a perda de uma das maiores apostas da base nos últimos anos provocou mudanças na forma da diretoria agir na hora de renovar contrato com seus talentos da categoria de base.

Se antes a prioridade era esperar para ver se o jogador renderia frutos para investir, agora a ordem é prorrogar o vínculo e evitar surpresas desagradáveis como a ocorrida com o meia, que chegou a ser apontado como o sucessor de Kaká e hoje brilha no Internacional.

O primeiro a ter a situação resolvida foi Lucas, que acertou seu novo contrato em fevereiro e passou a ter uma multa rescisória maior do que os santistas Ganso e Neymar. Principal jogador da equipe, o meia teve seus vencimentos ampliados de R$ 12 mil para cerca de R$ 120 mil.

A última renovação de peso foi com o volante Casemiro, que teve seu contrato estendido até 2016 e deixa o clube em situação mais confortável diante do assédio da Europa ao jogador. Inter de Milão e Roma estão de olho no camisa 8.

Mas a preocupação não passa apenas por jogadores que já se destacaram no profissional. Jovens que ainda buscam seu espaço e por enquanto só compõe o elenco também receberam atenção especial, casos de Henrique Miranda e Luiz Eduardo. Wellington, que passou longo período machucado, também ganhou um novo contrato. Bruno Uvini deve ser o próximo da lista.

Formar um time baseado nos garotos de Cotia é uma ambição pessoal do presidente Juvenal Juvêncio, que vê no centro de formação de jovens uma das suas maiores realizações. Por isso, evitar a debandada de possíveis craques passou a ser obrigação da diretoria.

"Vamos buscar trabalhar para que essa situação de termos jogadores entrando na Justiça contra o clube não seja comum", prometeu o diretor de futebol Adalberto Baptista.

Fernando Faro, Uol


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