UMA OPINIÃO BAMBA!

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Textos Interessantes e Curiosidades, Humor, Seinfeld, Política, Economia, Negócios, SPFC, Esportes, próprios ou não, mas sempre dando o devido crédito. Ou não?

sábado, 6 de agosto de 2016

O que significa Vanderlei acender a pira olímpica?


Gostei... Escolha fantástica do Vanderlei, tendo, ou não, o dedo de Deus, que afinal ainda é Brasileiro (ou não é?), o resultado não poderia ser melhor. Representa, na minha opinião, o Brasil que queremos e devemos ser!




O que significa Vanderlei acender a pira olímpica?

A escolha do ex-maratonista ensina sobre o Brasil e o espírito dos jogos

Doze anos depois de Atenas-2004,Vanderlei Cordeiro de Lima recebe homenagem e acende a pira olímpica
Doze anos depois de Atenas-2004,Vanderlei Cordeiro de Lima recebe homenagem e acende a pira olímpica - Clive Mason / Getty Images/COI

POR 

RIO - A escolha do atleta que acende a pira olímpica não tem uma regra: se tivesse, não teria resultados tão inesperados. Pode ser uma homenagem a um gigante, ponto pacífico, como foi com o eterno campeão Muhammad Ali, em 1996. Pode ser uma reparação metonímica, como a escolha de Cathy Freeman, Sydney-2000, que representava a nação aborígene marginalizada na Austrália. Ou pode ser um projeto de país, como os jovens que se uniram para acender a de Londres.

‘A pira de Vanderlei é sobre encarar as dificuldades e, mesmo sem alcançar o padrão ouro, cruzar a linha com dignidade e aquela patológica alegria’

- Márvio dos Anjos
Editor de Esportes do GLOBO

Para o Rio, a honra coube a Vanderlei Cordeiro de Lima, colosso de simpatia desde que sua triste figura liderava a maratona de Atenas-2004 até ser abalroado por um maluco irlandês. Ficou com um bronze, mas foi com tal felicidade para esse bronze que deu ao mundo uma lição de espírito esportivo: não havia a quem culpar, apenas a má sorte, aquela que os leprechaunsirlandeses trazem.

A verdade é que, se uma cerimônia de abertura é um espetáculo construído pelos séculos de cultura, educação e avanço de uma civilização, a hora em que a pira entra no estádio e é finalmente acesa é um retrato do momento. É uma carta ao mundo, um envelope das mensagens urgentes que o país precisa emitir — para dentro e para fora — e um teste para a criatividade com que as emite. É muito para ser simbolizado numa só pessoa, e, por isso, todas as apostas têm seus prós e contras.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Brasil, o país do “bom o suficiente”



Brasil, o país do “bom o suficiente”

Querendo passar longe da “Síndrome de Vira-lata” que assola o brasileiro, não dá pra não falar de uma característica de fato irritante dos produtos que são vendidos aqui.

Se eles não são ruins, também não são exatamente ótimos. Eles são bons no ponto exato de não serem ruins, tão na média, são bons pra não gerar muita reclamação e poderem cobrar mais caro. São bons o suficiente.

Dificilmente a gente encontra no mercado produtos que são de fato excelentes, tanto em qualidade quanto em embalagem. Se eles são excelentes, provavelmente serão importados.

Quer exemplos? Dou exemplos.

Pacotes de torrada, bolacha, queijo, peito de peru etc, que tem aquele dispositivo “abre-fácil”. Abre fácil se não arrebentar no meio, se você conseguir desgrudar um lado do outro, se aquela fitinha vermelha tiver sido colocada certo. São as embalagens “tenta-a-sorte” ou “pega a granada lá”.

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E os copos de água com aquela orelhinha de alumínio que arrebenta quando você puxa? Ou se não arrebenta, a cola da tampinha é tão forte que não desgruda do copo nem a pau. Nos resta enfiar o nosso corajoso dedão através da tampinha e tomar uma água contaminada de dedão.

Recentemente, o episódio que mais me tirou do sério foi a da Maionese Heinz. Quem sabe, sabe: ela era maravilhosa, perfeita, eu me segurava (nem sempre conseguia) pra não comer ela de colherada. E é claro, era importada. Da Espanha, no caso.

Esses tempos eu já tava ficando agoniada, não achava mais a maionese em mercado nenhum. Pensei que o problema fosse a alta do dólar, sei lá. Eis que um dia ela ressurge, em embalagem nova, de plástico, novo rótulo brilhoso. A antiga era de vidro, basicona, com um rótulo de papel…normal.

Ou seje: ficou mais bonitona. Cromada. Curvilínea.

Fui feliz pra casa, peguei uma torrada (de um pacote tenta-a-sorte”) passei… choque! Totalmente diferente! Tava estragada? Eu tava resfriada e não sentia direito o sabor dos alimentos? Não! Os caras ALTERARAM A FÓRMULA DA MAIONESE.

heinz x heinz
tem um vídeo no youtube falando disso. tem sim.
Passaram a fabricar no Brasil. Alteraram a fórmula pra pior. Deixaram a embalagem mais carnavalesca. Aumentaram o preço.

Me revoltei, deixei recado na página dos caras no Facebook, que foi hilariantemente respondido. Eu misteriosamente não encontrei essa conversa, mas foi algo do tipo “– Ei heinz, maionese ficou ruinzona hein?” e eles “– Oi Ana, ficou boa! Alteramos a fórmula e mudamos pra melhor” e eu “– Ahhh, ok, brigada por esclarecer, achei que tinha ficado ruim.“ Fim.

Assim, fui em busca de uma nova maionese. E é aí, meus amigos que se comprova a minha teoria do “bom o suficiente”: ela continua sendo a melhor, ou a menos pior. Por mais que eu tenha tentado mudar de maionese, não deu: ela continua melhor que as outras, mas não é mais tão boa.

Pra quê hein? Pra que a Heinz vai importar uma maionese incrivelmente boa da Espanha, se eles podem fazer uma menos boa aqui no Brasil mesmo, usando ingredientes piores e cobrando mais? Pra nada, ué.

“Ah, Ana, eles adaptaram pra melhor se encaixar no paladar nacional”

HA-HA-HA.

Aqui no Brasil nada precisa ser excelente. Em geral é ruim, mas quando é pra ser bom, não precisa ser tãaao bom assim, só bom o suficiente já basta.

– Ana Victória

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho



Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho


Borracha: deficiência na educação de base do brasileiro leva à recorrência de erros de português


São Paulo - Certas competências são obrigatórias para profissionais de qualquer área. O domínio do português é uma delas.

Ainda assim, infrações à norma culta da língua são uma constante no mundo corporativo - e em qualquer nível hierárquico.

A alta frequência de erros reflete problemas na educação de base do brasileiro, segundo Rosângela Cremaschi, professora de comunicação escrita na Faap e consultora na RC7.

"No nosso país, geralmente não é preciso estudar muito para passar de ano", explica. "Por isso, a maioria não se aprofunda no próprio idioma e ingressa no mercado de trabalho com muitas dúvidas sobre o assunto".

Além de deficiências na formação básica, a falta de familiaridade com a escrita também contribui para o problema.




Segundo a professora, quem lê pouco - e escreve de forma mecânica - está mais suscetível a "atropelar" alguns preceitos básicos da língua.

Veja a seguir os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho de acordo com Rosângela. As informações foram retiradas da obra "Livro de anotações com 101 dicas de português" (Editora Hunter Books, 2014), de autoria da professora:

1- Anexo / Anexa

Errado: Seguem anexo os documentos solicitados.
Certo: Seguem anexos os documentos solicitados.
Por quê? Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere. 
Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição. 

2- “Em vez de” / “ao invés de”

Errado: Ao invés de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.
Certo:
 Em vez de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.
Por quê? Em vez de é usado como substituição. Ao invés de é usado como oposição. Ex: Subimos, ao invés de descer.

3- “Esquecer” / “Esquecer-se de”

Errado: Eu esqueci da reunião.
Certo: 
Há duas formas: Eu me esqueci da reunião. ou Eu esqueci a reunião.
Por quê?
 O verbo esquecer só é usado com a preposição de (de – da – do) quando vier acompanhado de um pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos).

4-“Faz” / “Fazem”

Errado: Fazem dois meses que trabalho nesta empresa.
Certo:
 Faz dois meses que trabalho nesta empresa.
Por quê? 
No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Em outros sentidos, concorda com o sujeito. Ex: Eles fizeram um bom trabalho.

5- “Ao encontro de" / “De encontro a”

Errado: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio de encontro ao que desejavam.
Certo: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio ao encontro do que desejavam.
Por quê? “Ao encontro de” dá ideia de harmonia e “De encontro a” dá ideia de oposição. No exemplo acima, os diretores só podem ficar satisfeitos se a atitude vier ao encontro do que desejam.

6- A par / ao par

Errado: Ele já está ao par do ocorrido.
Certo: Ele já está a par do ocorrido.
Por quê? No sentido de estar ciente, o correto é “a par”. Use “ao par” somente para equivalência cambial. Ex: “Há muito tempo, o dólar e o real estiveram quase ao par.”

7- “Quite” / “quites”

Errado: O contribuinte está quites com a Receita Federal.
Certo:
 O contribuinte está quite com a Receita Federal.
Por quê? 
“Quite” deve concordar com o substantivo a que se refere. 

8- “Media” / “Medeia”

Errado: Ele sempre media os debates.
Certo: 
Ele sempre medeia os debates.
Por quê? 
Há quatro verbos irregulares com final –iar: mediar, ansiar, incendiar e odiar. Todos se conjugam como “odiar”: medeio, anseio, incendeio e odeio.

9- “Através” / “por meio”

Errado: Os senadores sugerem que, através de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Certo: 
Os senadores sugerem que, por meio de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Por quê?
 Por meio significa “por intermédio”. Através de, por outro lado, expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.

10- “Ao meu ver” / “A meu ver”

Errado: Ao meu ver, o evento foi um sucesso.
Certo: 
A meu ver, o evento foi um sucesso.
Por quê?
 “Ao meu ver” não existe.

11- “A princípio” / “Em princípio” 

Errado: Achamos, em princípio, que ele estava falando a verdade. 
Certo: 
Achamos, a princípio, que ele estava falando a verdade. 
Por quê? 
A princípio equivale a “no início”. Em princípio significa “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante a lei.

12- “Senão” / “Se não”

Errado: Nada fazia se não reclamar.
Certo: 
Nada fazia senão reclamar.
Por quê?
 Senão significa “a não ser”, “caso contrário”. Se não é usado nas orações subordinadas condicionais. Ex: Se não chover, poderemos sair.

13- “Onde” / “Aonde”

Errado: Aonde coloquei minhas chaves?
Certo: 
Onde coloquei minhas chaves?
Por quê? 
Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento. Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.

14- “Visar” / “Visar a”

Errado: Ele visava o cargo de gerente.
Certo: 
Ele visava ao cargo de gerente.
Por quê? 
O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição a. 
Obs: Quando anteceder um verbo, dispensa-se a preposição “a”. Ex: Elas visavam viajar para o exterior.

15- "A" / "há"

Errado: Atuo no setor de controladoria a 15 anos.
Certo: 
Atuo no setor de controladoria há 15 anos.
Por quê?
 Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. Exs: Falarei com o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.

16- “Aceita-se” / “Aceitam-se”

Errado: Aceita-se encomendas para festas.
Certo: 
Aceitam-se encomendas para festas.
Por quê? 
A presença da partícula apassivadora “se” exige que o verbo transitivo direto concorde com o sujeito.

17- “Precisa-se” / “Precisam-se”

Errado: Precisam-se de estagiários.
Certo: 
Precisa-se de estagiários.
Por quê?
 Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular. 

18- “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”

Errado: Há dois anos atrás, iniciei meu mestrado.
Certo: 
Há duas formas corretas: “Há dois anos, iniciei meu mestrado” ou “Dois anos atrás, iniciei meu mestrado.”
Por quê? 
É redundante dizer “Há dois anos atrás”.

19- “Implicar” / “Implicar com” / “Implicar em”

Errado: O acidente implicou em várias vítimas.
Certo: 
O acidente implicou várias vítimas.
Por quê?
 No sentido de acarretar, o verbo implicar não admite preposição. No sentido de ter implicância, a preposição exigida é com. Quando se refere a comprometimento, deve-se usar a preposição em. Exs: Ele sempre implicava com os filhos. Ela implicou-se nos estudos e passou no concurso.

20- “Retificar” / “Ratificar”

Errado: Estávamos corretos. Os fatos retificaram nossas previsões.
Certo: 
Estávamos corretos. Os fatos ratificaram nossas previsões.
Por quê?
 Ratificar significa confirmar, comprovar. Retificar refere-se ao ato de corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da empresa.

21- “Somos” / “Somos em”

Errado: Somos em cinco auditores na empresa.
Certo: 
Somos cinco auditores na empresa.
Por quê?
 Não se deve empregar a preposição “em” nessa expressão.

22- “Entre eu e você” / “Entre mim e você”

Errado: Não há nada entre eu e você, só amizade.
Certo: 
Não há nada entre mim e você, só amizade.
Por quê? 
Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

23- “A fim” / “Afim”

Errado: Nós viemos afim de discutir o projeto. 
Certo: 
Nós viemos a fim de discutir o projeto. 
Por quê? 
A locução a fim de indica ideia de finalidade. Afim é um adjetivo e significa semelhança. Ex: Eles têm ideias afins.

24- “Despercebido” / “Desapercebido”

Errado: As mudanças passaram desapercebidas.
Certo:
 As mudanças passaram despercebidas.
Por quê?
 Despercebido significa sem atenção. Desapercebido significa desprovido, desprevenido. Ex: Ele estava totalmente desapercebido de dinheiro.

25- “Tem” / “Têm”

Errado: Eles tem feito o que podem nesta empresa.
Certo: 
Eles têm feito o que podem nesta empresa.
Por quê?
 Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural. 

26- “Chegar em” / “Chegar a”

Errado: Os atletas chegaram em Curitiba na noite passada. 
Certo: 
Os atletas chegaram a Curitiba na noite passada. 
Por quê?
 Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

27- “Prefiro... do que” / “Prefiro... a”

Errado: Prefiro carne branca do que carne vermelha.
Certo: 
Prefiro carne branca a carne vermelha.
Por quê?
 A regência do verbo preferir é a seguinte: “Preferir algo a alguma outra coisa.” 

28- “De mais” / “demais”

Errado: Você trabalha de mais!
Certo: 
Você trabalha demais!
Por quê?
 Demais significa excessivamente; também pode significar “os outros”. De mais opõe-se a “de menos”. Ex: Alguns possuem regalias de mais; outros de menos.

29- “Fim de semana” / “final de semana”

Errado: Bom final de semana!
Certo: 
Bom fim de semana!
Por quê?
 Fim é o contrário de início. Final é o contrário de inicial. Portanto: fim de semana; fim de jogo; parte final.

30- “Existe” / “Existem”

Errado: Existe muitos problemas nesta empresa.
Certo: 
Existem muitos problemas nesta empresa. 
Por quê? 
O verbo existir admite plural, diferentemente do verbo haver, que é impessoal.

31- “Assistir o” / “Assistir ao”

Errado: Ele assistiu o filme “A teoria do nada”.
Certo: Ele assistiu ao filme “A teoria do nada”.
Por quê? O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”. 

32- “Responder o” / “Responde ao”

Errado: Ele não respondeu o meu e-mail. 
Certo: 
Ele não respondeu ao meu e-mail. 
Por quê?
 A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, exige a preposição “a”. 

33- “Tão pouco” / “Tampouco”

Errado: Não compareceu ao trabalho, tão pouco justificou sua ausência. 
Certo: 
Não compareceu ao trabalho, tampouco justificou sua ausência. 
Por quê?
 Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”. 

34- “A nível de” / “Em nível de”

Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.
Certo:
 A pesquisa será realizada em nível de direção.
Por quê? 
A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”. Ex: Estava ao nível do mar. 

35- “Chego” / “Chegado”

Errado: O candidato havia chego atrasado para a entrevista.
Certo: 
O candidato havia chegado atrasado para a entrevista.
Por quê?
 Embora alguns verbos tenham dupla forma de particípio (Exs: imprimido/impresso, frito/fritado, acendido/aceso), o único particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo. Ex: Eu sempre chego cedo.

36- “Meio” / “Meia”

Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.
Certo:
 Ela estava meio nervosa na reunião.
Por quê? 
No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo. Ex: Ele comeu meia maçã.

37- “Viagem” / “Viajem”

Errado: Espero que eles viagem amanhã
Certo: 
Espero que eles viajem amanhã. 
Por quê? 
Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo. Ex: Fiz uma linda viagem. 

38- “Mal” / “Mau”

Errado: O jogador estava mau posicionado.
Certo: 
O jogador estava mal posicionado.
Por quê?
 Mal opõe-se a bem. Mau opõe-se a bom. Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.

39- “Na medida em que” / “À medida que”

Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.
Certo: 
É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.
Por quê?
 Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção. Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.

40- “Para mim” / “Para eu” fazer

Errado: Era para mim fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Certo: 
Era para eu fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Por quê? 
“Para eu” deve ser usado quando se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo. 

41- “Mas” / “Mais” 

Errado: Gostaria de ter viajado, mais tive um imprevisto.
Certo: 
Gostaria de ter viajado, mas tive um imprevisto.
Por quê?
 Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade. Ex: Adicione mais açúcar se quiser.

42- “Perca” / “perda”

Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.
Certo: 
Há muita perda de tempo com banalidades.
Por quê? 
Perca é verbo e perda é substantivo. Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.

43- “Deu” / “Deram” tantas horas

Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Certo: 
Deram dez da noite e ele ainda não chegou.
Por quê?
 Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

44- “Traz” / “Trás”

Errado: Ele olhou para traz e viu o vulto.
Certo: 
Ele olhou para trás e viu o vulto.
Por quê?
 Trás significa parte posterior. Traz é a conjugação do verbo “trazer” na 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo. Ex: Ela sempre traz os relatórios para a gerência.

45- “Namorar alguém” / “Namorar com alguém”

Errado: Maria namora com Paulo.
Certo: 
Maria namora Paulo.
Por quê? 
A regência do verbo namorar não admite preposição. 

46- “Obrigado” / “Obrigada”

Errado: Muito obrigado! – disse a funcionária.
Certo: 
Muito obrigada! – disse a funcionária.
Por quê? 
Homens devem dizer "obrigado". Mulheres dizem "obrigada". A flexão também ocorre no plural: “Muito obrigadas! – disseram as garotas ao professor.”

47- “Menos” ou “Menas”

Errado: Os atendentes fizeram menas tarefas hoje.
Certo: 
Os atendentes fizeram menos tarefas hoje.
Por quê?
 “Menas” não existe. Mesmo referindo-se a palavras femininas, use sempre menos. Ex: Havia menos pessoas naquele departamento.

48- “Descriminar” / “Discriminar”

Errado: Os produtos estão descriminados na nota fiscal.
Certo: 
Os produtos estão discriminados na nota fiscal.
Por quê? 
Discriminar significa separar, diferenciar. Descriminar significa absolver, inocentar. Ex: O juiz descriminou o jovem acusado.

49- “Acerca de” / “a cerca de”

Errado: Estavam discutindo a cerca de política. 
Certo: 
Estavam discutindo acerca de política.
Por quê?
 Acerca de significa “a respeito de”. A cerca de indica aproximação. Ex: Eu trabalho a cerca de 5 km daqui.

50- “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”

Errado: Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meio.
Certo: 
Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meia.
Por quê? 
O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com a palavra hora. 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

7 extremely wealthy people who choose to live frugally



7 extremely wealthy people who choose to live frugally

Mark ZuckerbergMichael Kovac/Getty Images for Vanity FairFacebook founder Mark Zuckerberg in his signature uniform.

Frugality is a subjective term. To the average Joe it could mean eating meals at home or scouring the Internet for cheap flights. But to a billionaire it means showing up to work in a t-shirt and jeans, driving a Toyota or Volkswagen, and in some instances, foregoing the purchase of a private jet or lavish vacation home.

A handful of frugal billionaires appear on our list of the richest people on earth, and each one has his own penny-pinching habits.

From eating lunch in the office cafeteria with their employees to residing in homes worth a fraction of their wealth, these seven self-made billionaires — many who are also generous philanthropists — know the secret to keeping their net worths high.

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Warren Buffett, chairman and CEO of Berkshire Hathaway, still lives in the same home he bought for $31,500 in 1958.

Net worth: $60.7 billion

The "Oracle of Omaha" is one of the wisest and most frugal billionaires around. Despite his status as the third-richest person on earth, he still lives in the same modest home he bought for $31,500 in 1958, doesn't carry a cell phone or have a computer at his desk, and once had a vanity license plate that read THRIFTY, according to his 2009 biography.

Buffett also has a decidedly low-brow palate, known not just for investing in junk-food purveyors like Burger King, Dairy Queen, and Coca-Cola but filling up on them as well. The Buffett diet includes five Cokes a day, as well as Cheetos and potato chips. 

At his annual shareholder's meeting in 2014, Buffett explained that his quality of life isn't impacted by the amount of money he has: "My life couldn't be happier. In fact, it'd be worse if I had six or eight houses. So, I have everything I need to have, and I don't need any more because it doesn't make a difference after a point."

 

Mark Zuckerberg, founder and CEO of Facebook, drives a manual transmission Volkswagen hatchback.

Mark Zuckerberg, founder and CEO of Facebook, drives a manual transmission Volkswagen hatchback. Scott Olson / Getty Images

Net worth: $42.8 billion

Despite his status as one of the richest tech moguls on earth, Mark Zuckerberg leads a low-key lifestyle with his wife Priscilla Chan and their newborn daughter. The founder of Facebook has been unabashed about his simple t-shirt, hoodie, and jeans uniform. "I really want to clear my life to make it so that I have to make as few decisions as possible about anything except how to best serve this community," Zuckerberg said.

The trappings of wealth have never impressed the 31-year-old; he chowed down on McDonald's shortly after marrying Chan in 2012 in the backyard of their $7 million Palo Alto home — a modest sum for such an expensive housing market and pocket change for a man worth almost $43 billion. In 2014, he traded in his $30,000 Acura for a manual transmission Volkswagen hatchback.

Carlos Slim Helú, founder of Grupo Carso, has lived in the same six-bedroom house for more than 40 years.

Carlos Slim Helú, founder of Grupo Carso, has lived in the same six-bedroom house for more than 40 years. REUTERS/ Edgard Garrido

Net worth: $23.5 billion

Rather than spending his fluctuating fortune, Carlos Slim funnels his billions back into the economy and his vast array of companies. He once mused to Reuters that wealth was like an orchard, "what you have to do is make it grow, reinvest to make it bigger, or diversify into other areas."

The 75-year-old is by far the richest man in Mexico, but he forgoes luxuries like private jets and yachts and reportedly still drives an old Mercedes-Benz. Slim runs his companies frugally too, writing in staff handbooks that employees should always "maintain austerity in prosperous times (in times when the cow is fat with milk)."

The businessman has lived in the same six-bedroom house in Mexico for more than 40 years and routinely enjoys sharing home-cooked mealswith his children and grandchildren. He's got a couple of known indulgences, including fine art — in honor of his late wife — and Cuban cigars, as well as an $80 million mansion in Manhattan, which he was trying to sell last spring. 

Charlie Ergen, chairman of Dish Network, still packs a brown-bag lunch every day.

Net worth: $14.5 billion

Charlie Ergen is a notoriously frugal business leader, but he also nickels and dimes in his personal life. Ergen has said his frugality hearkens back to his mother's childhood. "My mom grew up in the Depression," he told the Financial Times. "I don’t have a mahogany desk."

The self-made billionaire packs a lunch of a sandwich and Gatorade before work every day, and until recently, he shared hotel rooms with colleagues during travel. 

Amancio Ortega, founder of Inditex, eats lunch with his employees in the Zara headquarters cafeteria.

Net worth: $66.8 billion

The founder of Zara was recently named the second-richest person on earth, but that probably won't change his personal spending habits. Ortega has led an extremely private life for years, often retreating to his quiet apartment in La Coruña, Spain, with his wife, frequenting the same coffee shop, and eating lunch with his employees in the Zara headquarters cafeteria.

Like fellow billionaire Mark Zuckerberg, the Spanish fashion magnate maintains a simple uniform of a blue blazer, white shirt, and gray pants every day. Some say he shouldn't be considered "frugal" given his ownership of a $45 million Bombardier private jet, but he doesn't travel often because he's too busy working.

Ingvar Kamprad, founder of IKEA, still flies economy and often rides the bus.

Net worth: $39.3 billion

Kamprad is the second-richest man in Europe, but you wouldn't know it flying next to him in economy class or eating lunch with him in IKEA's cafeteria. Save for a flashy spending-spree in the 1960swhen he drove a Porsche and wore custom-made suits, the Swedish furniture-maker has been incredibly frugal — some may even say "cheap"— with his billions, including driving a decades-old Volvo and frequently riding the bus.

The 89-year-old is worth more than $39 billion, but when he moved home to Sweden in 2013 after spending 40 years in Switzerland (dodging high taxes, nonetheless), he happily returned to his modest one-story ranch home.

Azim Premji, chairman of Wipro Limited, drives secondhand cars and always reminds employees to turn off the lights at the office.

Net worth: $16.5 billion

India's wealthiest tech tycoon has also been called "the bare bones billionaire" and someone who "makes Uncle Scrooge look like Santa Claus."

The 70-year-old is worth $16.5 billion, but that hasn't stopped him from jumping on one of India'sthree-wheel auto rickshaws to get home from the airport or keeping tabs on the toilet paper usage at Wipro offices. Premji also flieseconomy, drives secondhand cars, and always reminds employees to turn off the lights at the office.