UMA OPINIÃO BAMBA!

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terça-feira, 10 de maio de 2011

The Drawdown: Interview with Philly Reservist Serving in Iraq

PW Blogs - PhillyNow
(http://blogs.philadelphiaweekly.com/phillynow/2011/05/09/the-drawdown-interview-with-philly-reservist-serving-in-iraq/)


May 9, 2011 by Aaron Kase


After eight years in the desert, the U.S. military is in the midst of pulling forces and equipment out of Iraq. Last August, President Obama announced the end of "Operation Iraqi Freedom," but troops are still in place mopping up the remnants of nearly a decade of war, counter-insurgency and nation building.

Staff Sgt. William Mack, a West Philly native serving as a service and supply contract analyst with the 77th Sustainment Brigade at Joint Base Balad, spoke by telephone about his role in the Iraqi drawdown and what he looks forward to about coming home to Philly.

Mack, 29, has been in Iraq just over a month, on his first tour. The West Philadelphia High graduate is a mechanic for US Airways in his day job when not serving with the Army Reserve. Before being deployed, he lived with his wife and three children in Southwest Philly.


What's your average day in Iraq like?
Usually, I try to get up around 4:30 in the morning, go to the gym, work out for an hour and a half. I'm at work by 8:30, generally working between 12 and 14 hour days.

What does the workday consist of?
What I do here is I process and analyze the contracts directly related to the drawdown of forces. Everything from transporting equipment back to the US or other location somewhere in the world, to food, contractors, we have civilian contractors who are here, have to send them back home or to another place in the world. Equipment, weapons, video equipment, basically everything we brought here, we have to take it back. Everything we built, we're tearing it down and giving it back to the Iraqi government the same way we found it.

Have you experienced any combat?
We receive threats. We got reports of snipers in somewhere outside the gate. We experience indirect fire pretty much every week. That's basically it. There's nobody driving through the gates, nothing you would see in war movies, people running to bunkers, shooting down people with heavy machinery, stuff like that going on. Every now and again we do get a direct fire.

Any contact with the local civilians?
We have a program called Iraqi kids day— we have a group of soldiers, two of my soldiers are participating in it. Four or five hours, just spend the day with the kids, play games, draw with them from what I understand. Just basically to let the children know that– show a brighter side to what we're actually doing there. Despite what they're learning, we're not bad guys.

How do you stay in touch back home?
Mostly I use the internet, facebook and personal email. Just for simple fact it's easier to send an email than stop what I'm doing and get on the phone. I try to get on the phone as much as I can. Every day, I send a quick email, hi everybody, I'm okay, everything's good, I love you, I miss you, stuff like that.

When do you get back?
My orders are for 400 days. That's basically all I have so far. It could change, but as of right now my orders are for 400 days.

Is this the longest you've been away from your family?
For the most part, yes it is. My family, they're pretty much used to me coming and going. Usually I'll leave for about a month or so. So far I've been gone for about five months now, total. We have to do pre-mobilization training. Basically, you go over exclusively what your mission is, when you get boots on the ground. Go through combat training and stuff like that. Reaction to indirect fire, vehicle roll-overs, stuff like that.

What do you miss most about Philly?
Riding my motorcycle. Being with my family. My social life, that's mainly the one thing I do best. Usually, I tend to hang out down South Street. I'm really heavily into motorcycles, ride my bike down South Street and show off with my friends.

How'd you hear about the death of Osama Bin Laden?
I actually seen it on CNN. Everybody was pretty excited that justice was served. For the most part, the way I feel about it, I didn't thank God for the fact that another man was killed. I was just grateful that none of my brothers in arms spilled any [of their own] blood.

What would define a successful mission in Iraq to you?
The mere fact that once we turn the place back over to the Iraqi government that they can actually sustain it. We spend a lot of time and hours trying to train Iraqi soldiers and police to stand up to these people [insurgents]. If they can give back and maintain that, it would be a good success from my view.

Anything else you want to say?
I just want to say go Eagles, I'm looking forward to an Eagles game when I come home. I'm a huge Michael Vick fan. Michael Vick jersey, slippers, Eagles pillow case on my bed. I'm the guy who sits down in front of my TV with a sandwich and my Eagles jersey.

One other thing: I just want to thank everybody for all of the care packages. It really is a morale booster. I want to thank family and friends for their support. We wouldn't be able to continue on without all this stuff.

Now that I think about it, my older sister is a big fan of Ukee Washington, I will let anyone know that if I get a chance.


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segunda-feira, 9 de maio de 2011

1886: Inventada a Coca-Cola

DW-World.DE
(http://www.dw-world.de/dw/article/0,,833976,00.html)


10.05.2011


Antes de desenvolver a fórmula da Coca-Cola, o farmacêutico John Pemberton era distribuidor de diferentes produtos, entre eles a French Wine Coca, uma mistura de vinho Bordeaux com extrato de coca. Em 1886, decidiu produzir uma bebida não alcoólica para cobrir a demanda existente no então puritano mercado norte-americano.

Para melhorar o sabor da mistura de folha descocainizada de coca e extrato de nozes de cola, Pemberton acrescentou óleos aromatizantes de limão, laranja, lima, noz-moscada, cássia (canela chinesa), coentro e baunilha. Além disso, adicionou ácido fosfórico à "fórmula secreta", para estabilizar quimicamente o produto. O nome e o logotipo "Coca-Cola" são atribuídos a Frank Robinson, gerente da Pemberton Chemical Company.

Inicialmente, o xarope caramelizado era vendido em farmácias como remédio contra dor de cabeça e distúrbios do sistema nervoso. Em 1887, Pemberton vendeu a fórmula para Asa Candler que, em 1892, registrou no Estado da Geórgia a Coca-Cola Company, como sociedade anônima. Em 1895, a Coca-Cola já havia conquistado os Estados Unidos e, na virada do século, chegara aos seus vizinhos mais próximos: Canadá, Inglaterra, Cuba e Porto Rico.

Em 1919 começou a escalada mundial que a estabeleceu em cerca de 200 países, inclusive na ex-União Soviética e na China. A Coca-Cola sempre manteve importantes contatos externos, os mais importantes deles através dos presidentes norte-americanos. Nos banquetes oficiais, o presidente Dwight Einsenhower, acionista da empresa, costumava brindar com Coca-Cola, em vez de champanhe.


Polêmica no Brasil

No Brasil, o caminho para a entrada da Coca-Cola foi aberto em 31 de outubro de 1939, quando Getúlio Vargas baixou um decreto modificando o uso de aditivos químicos em refrigerantes no país. Essa polêmica mudança na legislação permitiu a utilização do ácido fosfórico que, segundo pesquisas médicas, pode se combinar com o cálcio no organismo das pessoas e, assim, provocar a descalcificação de ossos e dentes.

O império mundial da Coca-Cola, porém, continua ligado à sua matriz, em Atlanta, nos Estados Unidos. As filiais estrangeiras apenas dão um tratamento industrial final aos produtos da empresa, cuja base continua sendo o xarope desenvolvido por Pemberton. O principal negócio da multinacional é a venda de franquias para o uso do xarope e da marca.

Na Europa, a imagem da empresa sofreu um arranhão em 14 de junho de 1999, quando a Bélgica proibiu a venda de refrigerantes fabricados pela Coca-Cola, após constatar que mais de 200 pessoas haviam sido intoxicadas pelo produto. A França, Holanda e Luxemburgo adotaram a mesma medida. Segundo a empresa, o foco da contaminação havia sido o dióxido de carbono usado nas fábricas da Antuérpia, na Bélgica, e de Dunquerque, na França.

No dia 24 de junho, o governo francês voltou a liberar a comercialização do produto e a Bélgica permitiu a retomada da produção no país. Incidentes como esse, porém, são incapazes de abalar a liderança mundial que a Coca-Cola consolidou no mercado de refrigerantes, nos últimos 100 anos.


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domingo, 8 de maio de 2011

Fundador da tropa que matou Osama é considerado uma lenda militar

G1
(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/fundador-da-tropa-que-matou-osama-e-considerado-uma-lenda-militar.html)


08/05/2011 21h00 - Atualizado em 08/05/2011 21h10


Richard Marcinko vive em uma floresta perto da capital americana.
Saiba como é treinada a tropa de elite que matou Osama Bin Laden.


Do G1, com informações do Fantástico


Na semana em que o terrorista mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, foi morto pelos Estados Unidos, uma reportagem do Fantástico mostra como funciona a tropa de elite que praticou a ação: o Time Seis, Team Six dos Navy Seals, responsável pela ação que matou o maior terrorista de todos os tempos.

A tropa foi idealizada e fundada por Richard Marcinko, de 70 anos, que é considerado uma lenda militar americana. Na frente da propriedade onde Marcinko mora, na floresta perto da capital americana, há um aviso: invasores levam bala. Sobreviventes levam mais bala. Crianças compram bonecos dos seus tempos de ação. Sua auto-biografia é um sucesso de vendas.

Veterano do Vietnã, Dick Marcinko foi criado dentro da Tropa Especial da Marinha, os Navy Seals, as iniciais em inglês para operações no mar, ar e terra. Comandos que recrutam os mais fortes, os mais inteligentes, os mais determinados e mesmo assim, perdem 80% de seus homens nos dois primeiros anos, simplesmente porque eles não suportam a pressão.

No final dos anos 1970, quando cidadãos americanos foram feitos reféns na própria embaixada em Teerã, no Irã, uma operação fracassada mostrou que nem os Seals estavam preparados o bastante.

"Eu trabalhava no pentágono quando a missão no Irã falhou. Percebemos que precisávamos ter um time que combatesse exclusivamente o terrorismo. Fui nomeado o primeiro comandante", contou Marcinko.

Marcinko teve carta branca para recrutar a força especial que responde não à Marinha, e sim diretamente ao presidente dos Estados Unidos. Mas buscou apenas entre os Seals, que na época tinha só duas equipes. Então, por que essa foi a equipe seis, o team six?

"Em tempos de Guerra Fria, resolvi chamar de time seis para confundir os russos. Assim eles ficariam se perguntando: 'Onde estão os times 3,4,e 5?'", explicou o veterano.

Marcinko submeteu os já super bem treinados Seals ao inferno. Uma semana especialmente dura seleciona os candidatos. Os poucos que chegam lá formam um grupo unido, uma fraternidade impenetrável. "Somos uma família", diz o fundador. "Uma espécie de máfia militar, que cuida dos seus e vinga os seus.

Treinamento físico, humilhações, privação de sono. E tem que ser capaz de ter uma pontaria infalível nas piores condições: depois de nadar contra a corrente, sair de submarinos, saltar de paraquedas".

"É como os disparos que atingiram os piratas da Somália há dois anos", lembra Marcinko. "Mesmo com o navio em movimento, você precisa acertar, porque senão o refém é morto e a missão está perdida".


Curso no Brasil

Os Navy Seals estiveram no Brasil em 2010 durante um mês no Batalhão Tonelero, dos Fuzileiros Navais, no Rio de Janeiro. Eles fizeram um treinamento conjunto com o grupo especial de retomada e resgate. São 48 homens muito bem treinados que formam a elite dos fuzileiros navais.

Onde os brasileiros treinam constantemente, os Seals construíram um cenário de combate a terrorismo urbano. Em imagens gravadas pela Marinha do Brasil, os Seals aparecem por vezes de camisas azuis, outras de bege. Foi uma troca de experiências importante para estes brasileiros, que nunca testaram suas habilidades em guerra.

"Cada vez mais, quando executamos um exercício dessa natureza ou outro qualquer que possamos melhorar a nossa condição profissional, esse é o processo motivatório", afirmou o comandante da Marinha Fernando José Afonso Sousa.


Ação contra Osama

Construir cenários para treinamentos é padrão. Uma réplica da casa de Bin Laden foi erguida em Kabul, no Afeganistão. No local, o Team Six, formado por combatentes experientes, com pelo menos uma dezena de missões importantes, simulou todos os cenários possíveis. O criador do grupo explica que na missão para valer não há tempo para discutir 'o que faremos agora?". Eles já saem preparados para qualquer situação.

Pouco depois da meia-noite do dia 2 de maio, hora local, dois helicópteros partiram de uma base militar americana em Jalalabad, Afeganistão, rumo a Abbottabad, Paquistão. Seriam helicópteros Stealth, invisíveis aos radares.

"Em uma situação como essa, tudo o que se move é alvo. A ordem é atirar"
Richard Marcinko, idealizador e fundador da Team Six dos Navy Seals

Levavam 24 soldados e um cão farejador. Os helicópteros chegaram à casa de Bin Laden em menos de uma hora. Um morador ouviu o barulho e postou uma mensagem em uma rede social: "Helicóptero paira em Abbottabad a uma hora da manhã (é um evento raro)".

Doze homens desceram de um dos helicópteros e escalaram o muro de quase seis metros. O cão desceu pendurado em um dos soldados. O segundo helicóptero caiu ou fez um pouso de emergência. Nenhum dos 12 seals se machucou. Pelo rádio, as equipes pediram reforço. Em pouco tempo, mais um helicóptero chegaria. O cachorro procurava por explosivos, mas ele também poderia dar o alerta se alguém estivesse escondido em algum quarto secreto.

Os seals precisaram abrir buracos em três ou quatro muros para chegar até a casa. Dentro dela, apenas um homem atirou neles: Abu Ahmed Al-Kuwaiti, o principal mensageiro de Bin Laden. Ele, outro homem e uma mulher foram mortos.

Os seals então subiram ao terceiro andar. Não está claro se foi no local que mataram um dos filhos de Bin Laden. Finalmente chegaram ao quarto onde estava o chefe da Al Qaeda, a mulher, a iemenita Amal Al Sadah, e a filha dele, de 12 anos. Todos estavam desarmados, mas perto de Bin Laden havia um fuzil AK-47.

A mulher tentou parar os soldados e levou um tiro na perna. E Bin Laden levou dois tiros: um no peito e outro na cabeça, acima do olho esquerdo. Nas roupas dele, estavam escondidos 500 euros e dois números de telefone.

"Se Bin Laden tivesse se entregado, não teria sido morto. Aí, a única preocupação seria não ferir um refém", explica Marcinko. "Em uma situação como essa, tudo o que se move é alvo. A ordem é atirar". Os soldados então recolheram computadores e cinco celulares.

"Neste momento, começa a segunda parte da missão, tão dura quanto a outra", diz Marcinko. "Retirar o corpo de Bin Laden para comprovar que era mesmo ele. Uma missão mais fácil seria jogar uma bomba de mil quilos e explodir a casa. Mas aí, como provar que era Bin Laden?"

Antes de partir, os seals incendiaram o helicóptero danificado. O fundador do Team Six explica que isso é padrão operacional. O objetivo é não deixar para trás equipamentos eletrônicos e informações tecnológicas. O mesmo internauta que registrou a chegada dos helicópteros gravou imagens das chamas. Um terceiro helicóptero veio recolher o corpo de Bin Laden. O tempo da ação foi de 40 minutos.

Os americanos comemoraram o sucesso da operação, mas nunca vão saber a identidade dos homens que chamam de heróis. Até o agradecimento do presidente Obama foi a portas fechadas. "Matar Bin Laden é o sucesso de hoje", avalia o veterano. "Mas em alguns meses, quando finalmente decifrarmos tudo o que foi recolhido na casa, que segundo a CIA era o centro de comanda da Al Qaeda, veremos que o acesso a essas informações foi mais importante do que matar Bin Laden".


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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Federer elogia Bellucci: é um prazer ver outro brasileiro após Guga

Placar
(http://placar.abril.com.br/tenis/thomaz-bellucci/noticias/federer-elogia-bellucci-e-um-prazer-ver-outro-brasileiro-apos-guga.html)


Gazeta Press

6 de maio de 2011 às 19:20

Maior vencedor de Grand Slams da história do tênis, o suíço Roger Federer comentou, nesta sexta-feira, a sequência vitoriosa do brasileiro Thomaz Bellucci, que está na semifinal do Masters 1000 de Madrid após vencer dois atletas do top 10.

Federer, atual número três do mundo, enalteceu o fato de o Brasil ter um sucessor para Gustavo Kuerten. "É um prazer ver outro jogador brasileiro após Guga. Estou curioso para saber como irá jogar em sua primeira semifinal em um torneio deste nível", disse.

Após desbancar Andy Murray e Tomas Berdych, o verde-amarelo enfrentará uma pedreira no saibro espanhol: o sérvio Novak Djokovic, que está há 29 partidas sem perder.

Além dos elogios, Federer apostou em um bom futuro para o tenista nascido no interior paulista. "Ele é um bom jogador no saibro. Joguei só em uma ocasião contra ele. Bellucci melhorou e precisa se manter assim", aconselhou.

Federer e Bellucci nunca se enfrentaram no circuito profissional (nem em torneios qualifyings), no entanto o suíço já treinou com o atleta nacional, que é canhoto, para aprimorar seu jogo contra o espanhol Rafael Nadal, que também utiliza o braço esquerdo.



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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ivory Coast troops retake pro-Gbagbo area of Abidjan

Red Cross workers have been retrieving bodies left in the streets of Yopougon


BBC News
(http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-13289601?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter)

4 May 2011 Last updated at 21:23 ET


Government forces in the Ivory Coast say they are now in control of the whole of the main city of Abidjan.

Supporters of ousted President Laurent Gbagbo had been holding out in Yopougon district but a military commander said they had now been defeated.

The district was the scene of heavy fighting during the struggle between Mr Gbagbo and President Alassane Ouattara.

PM Guillaume Soro, visiting the site later, said the streets there were "littered with bodies".

"At the militia headquarters we saw an improvised cemetery. I can imagine the slaughter that took place," he said.

"I'm still under shock after seeing all these dead, all these bodies."

The Reuters news agency reports that Red Cross officials have collected nearly 70 bodies so far.

Commander Cherif Ousmane said the whole of Yopougon, in Abidjan's business district, was "now definitively occupied by us".

Local people said the Gbagbo fighters had terrorised the neighbourhood.

"They were armed and they did whatever they wanted," one man told Reuters.

Other residents said food and water had been in short supply and infrastructure damaged by the fighting.

More than 1,000 are believed to have been killed since Mr Gbagbo refused to accept defeat in November's presidential election.

He was arrested in April at the presidential residence in Abidjan and is being detained in the north of the country.


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Americano corre maratona pelado e é 'abatido' pela polícia

O Globo
(http://moglobo.globo.com/blogs/blog.asp?blg=moreira/Default.asp&p=2)



04/05/2011 - 12:10 (Fernando Moreira)



A polícia de Cincinnati (Ohio, EUA) teve trabalho extra na maratona Flying Pig, disputada no último domingo. Um competidor "naturista" foi flagrado correndo a prova completamente pelado - ou melhor, apenas com tênis.

Policiais ordenaram que Brett S. Henderson, de 35 anos, deixasse a prova. Como ele se recusou após repetidas advertências, os agentes usaram um arma de choque elétrico e "abateram" o maratonista peladão, segundo afiliada da NBC. 

Brett foi indiciado por indecência e obstrução de atividade oficial. Na delegacia, ele comentou acreditar que não estava fazendo nada errado e argumentou que é comum que corredores urinem ou defequem durante provas longas. Se isso não é considerado exposição indecente, argumentou ele, então correr pelado também não pode sê-lo.

"Correr pelado foi incentivado em uma maratona da qual participei em São Francisco. Então não entendo por que isso (o que ocorreu em Cincinnati) foi um grande problema", declarou.

Mas Brett garantiu que não planejara correr pelado. Ele tentou usar um short do pai, mas, assim que começou a maratona, o calção, com elástico frouxo, começou a descer.

"Todos os outros corredores me deram apoio e me incentivaram a continuar correndo. Então decidi correr pelado", contou.

Simples assim.


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terça-feira, 3 de maio de 2011

'Dozens killed' in Ivory Coast clashes

Aljazeera
(http://english.aljazeera.net/news/africa/2011/05/201153205242427970.html)

Fighting in Abidjan between army and militia loyal to deposed leader Laurent Gbagbo.

Last Modified: 03 May 2011 23:56


Dozens of people have reportedly been killed in the main city of Abidjan in fighting between Ivory Coast troops and the remnants of a militia loyal to deposed leader Laurent Gbagbo.

"We have seen many dead. We recovered 40 bodies over two hours, but we were forced to stop because he had no room left in our van," said Franck Kodjo, an official at the International Committee of the Red Cross, adding at least five corpses were from Tuesday's fighting.

A commander for the Ivorian army, known as the FRCI, said the remaining pro-Gbagbo fighters in the Abidjan neighbourhood of Yopougon were mostly Liberian mercenaries hired in the aftermath of the November election dispute.

"We are in the process of securing the town but there are heavy weapons," the commander said. "We're not the ones firing them, it is those we oppose, the Liberians," he said.


Security slow to return

Tuesday's clashes highlight the West African country's struggle to restore security after a violent power struggle between Gbagbo and his rival Alassane Ouattara, who won a November election and is now president.

The world's largest cocoa grower nation tipped toward civil war after Gbagbo refused to cede power to Ouattara, triggering a conflict that killed thousands and displaced more than a million people and only began to ease with Gbagbo's arrest last month.

Other parts of  Abidjan were coming back to life after the conflict, with banks reopening and street traffic slowly returning to normal.

Ivory Coast's main industry, the cocoa sector, is poised to resume exports by the end of this week .

There is a backlog of nearly half a million tonnes of beans, exporters said on Tuesday.

Ouattara's government is investigating Gbagbo and his inner circle for alleged human rights abuses during the conflict as he used his military to cling to power.

Gbagbo, under house arrest in the country's north, has called on his supporters to allow the country to restart its economy in peace.


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domingo, 1 de maio de 2011

A foto de 2 milhões de reais

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Opinião do Blog:

Vale tudo isso?

Ricardo Bampa - Dom, 1 Mai, 2011 | 10:54:35
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Jornal Opção
(http://www.jornalopcao.com.br/posts/opcao-cultural/o-maior-acervo-de-videos-de-jazz-da-internet)


A fotografia "Dovima com elefantes" foi vendida no fim de 2010, em um leilão promovido pela casa de leilões Christie's, de Paris, por 841 mil euros (cerca de 2 milhões de reais). Os herdeiros da marca Christian Dior deram o lance vencedor. A imagem da modelo Dovima cercada por elefantes de circo foi feita em 1955, pelo fotógrafo nova-iorquino Richard Avedon. O fotógrafo era conhecido como o mestre do retrato e foi responsável por criar um novo conceito de fotografia de moda. Avedon morreu em 2004 e é considerado um dos maiores fotógrafos da história, ao lado de Henri Cartier-Bresson. Para visualizar a fotografia: http://bit.ly/j8jCWC


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