UMA OPINIÃO BAMBA!

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Textos Interessantes e Curiosidades, Humor, Seinfeld, Política, Economia, Negócios, SPFC, Esportes, próprios ou não, mas sempre dando o devido crédito. Ou não?

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Mistério amazônico da minitorre branca é berçário de aranha


(http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/misterio-amazonico-da-minitorre-branca-e-bercario-de-aranha)


Mistério amazônico da minitorre branca é berçário de aranha

Cientistas descobrem que as curiosas estruturas encontradas em árvores da Amazônia peruana são feitas por aranhas. Falta só descobrir de que espécie se trata

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

15 coisas que seu médico não vai te contar sobre longevidade


(http://revistaalfa.abril.com.br/saude/comportamento/15-coisas-que-seu-medico-nao-vai-te-contar-sobre-longevidade/)


15 coisas que seu médico não vai te contar sobre longevidade

Fazer exercícios, controlar o estresse, maneirar no sal — estas regras você já sabe ou deveria saber, de tanto que os médicos repetem. Conheça agora ensinamentos para viver mais que não passam pelos consultórios

Alimentação balanceada, exercícios regulares, álcool sob controle, cigarro à distância, muitas horas de sono. Se tudo isso já faz parte da sua rotina, parabéns: você cumpre alguns dos pré-requisitos para viver mais. Acontece que há muitos outros: bons hábitos e fatores externos que são fundamentais para se chegar a uma “melhor idade” digna do nome.

Boa parte dessas novas regras são desdobramentos de estudos que levam em conta a influência que a sua personalidade e o seu entorno podem ter na sua longevidade. O principal deles é um estudo da Universidade Stanford, na Califórnia, iniciado pelo médico Lewis Terman em 1921. Naquele ano, ele selecionou um grupo de 1 500 crianças para acompanhá-las durante os anos seguintes. Terman faleceu em 1958, mas seus assistentes (e os assistentes deles) seguiram acompanhando todo o grupo durante décadas, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que suas mortes os separassem.

Em 2012, as conclusões foram apresentadas. Os conselhos clássicos de se manter ativo, bem alimentado e tranquilo continuam valendo, claro. Mas os pesquisadores chegaram a algumas informações surpreendentes: trabalhar muito é um caminho para viver muito, otimismo de mais pode ser prejudicial e a genética não é assim tão determinante para prever seu futuro.
Conheça essas e outras lições nas próximas páginas. Afinal, o negócio não é só chegar a 100: é chegar bem.

1- Nunca, nunca se aposente
Pesquisas que comparam trabalhadores e aposentados da mesma idade mostram: quem parou está pior. Claro, vai depender da sua rotina. Mas como sabemos que a poltrona é tentadora, fique esperto. Não precisa trabalhar muito, nem todo dia – ache um hobby, um curso, um compromisso regular. E, não, assistir TV não conta como hobby.

2. Passar fio dental faz bem para o coração
O que uma coisa tem a ver com a outra? Acompanhe o raciocínio: se você não passar fio dental, vai acumular placa bacteriana, que vai causar gengivite, que vai provocar a liberação de substâncias conhecidas como químicos da inflamação, que são os vilões por trás de várias doenças cardíacas. Mas se isso não for argumento suficiente pra você… poxa, gengiva inflamada, dentes em falta e mau hálito não ajudam ninguém na terceira idade.

3. Otimismo faz mal à saúde
Enxergar apenas o lado bom das coisas tem seu lado ruim. Pois é: pessoas otimistas tendem a subestimar riscos – um traço de personalidade que pode levar de ultrapassagens ousadas a longas ausências no médico. Além disso, otimismo além da conta deixa você frustrado demais com as dificuldades da vida. Ou seja: com um pé atrás, você vai mais longe.

4. Socializar é a fonte da juventude
Quanto mais velhos, menos saímos de casa. Lute contra isso: a ciência garante que conviver com outros é o gatilho de benefícios físicos e mentais que prolongam a vida.

5. Deus ajuda quem vai à igreja
Fato: quem comparece à missa, culto, centro espírita, sinagoga, terreiro etc. em geral vive mais. Dilema: religiosos vivem mais porque rezam ou rezam porque vivem mais? Os dados não permitem concluir se a saúde dos anciãos é beneficiada pela experiência ou se, na verdade, quem tem disposição para ritos religiosos são justamente os mais saudáveis. Moral da história: na dúvida, tenha fé em alguma coisa – nem que seja em Richard Dawkins.

6. Beba. E não precisa ser tacinha de vinho
Quando o assunto é álcool e longevidade, só se fala em vinho tinto. Preconceito: vinho branco, cerveja, uísque e outros fermentados e destilados também podem fazer bem. Há um índice menor de doenças cardiovasculares relacionado ao consumo diário de até duas doses – e de apenas uma para mulheres, ponto para os homens! Mas a ALFA e o Ministério da Saúde advertem: beba com moderação. Passou de duas doses, já vira problema.

7. Palavras cruzadas salvam vidas
Atividades que exercitam seu cérebro mantêm sua inteligência e prolongam sua lucidez. Opções não faltam: palavras cruzadas, xadrez, videogame, sudoku, qual-é-a-música. Detalhe: assim que estiver craque, troque de treino – seus neurônios só mantêm o frescor enfrentando novos desafios.

8. Mulher: o negócio é imitar
Elas vão mais ao médico, comem melhor, fumam menos, envolvem-se em menos acidentes e, assim, vivem mais. Então, deixe de frescura: seja mais feminino.

9. Não fique viúvo. Você não sabe se cuidar sozinho
Não bastasse haver cinco viúvas para cada viúvo no Brasil, elas ainda vivem muito mais depois de perder seus maridos do que nós após perdermos a esposa. A verdade é que, sozinhos, tendemos ao caos – o que aos 30 anos tem seu charme, mas em uma idade avançada é fatal. Então, não fique solteiro: sua saúde agradece.

10. Pare de se incomodar com bobagem
Mágoa, rancor, ressentimento: se ao ler essa lista você já recorda de vários exemplos pessoais, calma. Não é por aí. Se cultivados, esses sentimentos descambam na produção de cortisol, um hormônio que ataca seu coração, metabolismo e sistema imunológico. Diversos estudos relacionam uma alta taxa de cortisol a uma morte precoce. Portanto, aprenda a perdoar, relevar, deixar pra lá. Como dizia o guru indiano Meher Baba: Don’t worry, be happy – pois é, também achava que vinha daquela música.

11. Não confie nos seus genes
“Meu avô viveu 90 anos, não preciso me preocupar.” Precisa. Uma nova pesquisa concluiu que apenas 25% da duração da nossa vida podem ser atribuídos à herança genética; os outros 75% dependem de você. Se quiser chegar aos 90 como o seu avô, descubra como ele fez para chegar lá.

12. Não tenha amigos legais. Tenha amigos saudáveis
OK, eles não são excludentes. Mas o ponto é: da mesma maneira que, para ganhar dinheiro, é melhor se cercar de ricos, e para emagrecer convém conviver com magros, para se ter saúde a receita é arranjar uma turma saudável – você melhora sem querer querendo.

13. Tenha filhos – ou algo parecido, como cachorros
Caso tenha se ofendido, por favor, volte ao item 10. Pronto. É o seguinte: possuir uma conexão com alguém mais jovem que você (filho, enteado, sobrinho, neto) é algo que te mantém interessado pelo mundo à sua volta – e mais a fim de continuar vivendo nele. E, sim, cachorro e gato também contam: além de manter você conectado, curtir um animal de estimação libera ocitocina, o hormônio benéfico liberado na convivência pais e filhos.

14. Seja bom no que você faz. Ao menos tente
Quanto menos trabalho, melhor. Esse conselho, que parece vindo do personagem Macunaíma, de Mário de Andrade, foi durante muito tempo adotado pelos especialistas em longevidade. Acreditava-se que uma vida sem esforço seria uma vida longa. Mas os médicos observaram que parece haver uma relação entre longevidade e empenho profissional. Por incrível e justo que pareça, passar décadas se dedicando e evoluindo em algo que você valoriza, ou seja, ralando muito, pode lhe valer vários anos a mais. Ao menos, garantem os especialistas, em comparação com quem passar o mesmo bocado de tempo trabalhando no que não gosta – essa sim é uma receita garantida para viver menos e pior.

15. Ser um pouco hipocondríaco vale a pena
Você vai continuar sendo considerado chato pela maioria dos amigos, mas pesquisas apontam que quem desconfia mais da própria saúde vive mais. No caso, é melhor prevenir e se remediar.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Decoração em 3D revoluciona o café



Decoração em 3D revoluciona o café

TÓQUIO03.01.2014 07h00m

 Os japoneses dominam como ninguém a técnica da latte art (a arte de fazer desenhos com a espuma do café), mas Kazuki Yamamoto levou a brincadeira a uma outra dimensão. Seus desenhos são em 3D. As figuras parecem que vão pular da xícara a qualquer momento. O jovem de Osaka trabalha em vários cafés diferentes da cidade, encantando os clientes, e sonha em abrir seu próprio negócio em Tóquio. Ele posta fotos de suas criações quase diariamente no Twitter. 

 

domingo, 17 de novembro de 2013

Europa vende até ilhas para pagar dívidas - Não tá fácil para ninguém!!!

(http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/europa-vende-ate-ilhas-para-pagar-dividas)



Europa vende até ilhas para pagar dívidas

Para reduzir dívidas, países vendem casas , estradas, portos, estádios, montanhas e ilhas

Jamil Chade e enviado especial, do 


Malta

Porto em Malta: Governo do país vende passaporte e cidadania europeia por 650 mil euros

Barcelona - O governo de Malta tomou decisão inédita na semana passada: está vendendo passaporte e cidadania europeia. Preço: 650 mil. Do centro de Barcelona, dos prédios elegantes de Paris ao sul de Portugal, passando por Grécia, Espanha, Itália e Irlanda, governos europeus estão colocando tudo à venda, num esforço para atrair investidores. A meta é reduzir dívidas recorde. De casas a estradas, de portos a estádios, de montanhas e ilhas a empresas de infraestrutura, de tanques de guerra usados a correios. Hoje, tudo está à venda na Europa, inclusive o cobiçado passaporte estrelado.

Cinco anos depois de uma crise que abalou o continente, Bruxelas se deu conta de que superar a recessão não será trabalho fácil e que precisa encontrar investidores pelo mundo para ajudar o bloco a sair da crise. Nas capitais europeias e mesmo nas pequenas cidades, ninguém mais esconde: a Europa está em liquidação e a hora é a de vender.

Um dos casos mais polêmicos é o de Malta que, em troca da cidadania europeia e da autorização para trabalhar em qualquer país do bloco, exige que o interessado faça um investimento. Caso esse investidor tenha família, cada membro pagaria também pelo passaporte. Mas as taxas seriam menores: 25 mil. A oposição na ilha rapidamente prometeu derrubar a lei. Mas pode ter problemas diante da proliferação de "vendas" como as de Malta. Em Chipre, um investidor ganha cidadania europeia ao aplicar US$ 3,2 milhões, enquanto no Reino Unido um visto de residência sai por US$ 1,6 milhão. Na Espanha, o governo quer dar o visto a qualquer um que compre uma casa por pelo menos US$ 215 mil.

Numa Europa que conhece sua pior crise em 70 anos, a ordem dada pela Comissão Europeia, FMI e Banco Central Europeu (a Troica) aos governos não foi apenas a de reduzir gastos ou vender passaportes. Mas principalmente de se desfazer de ativos, acabar com estatais e vender tudo o que poderia ser de atribuição do setor privado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 16 de novembro de 2013

Bem-vindos a Dallas


(http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,bem-vindos-a-dallas,1097396,0.htm)


Bem-vindos a Dallas

Escritor revisita a cidade fervorosamente anti-Kennedy na década de 1960, onde o ódio cresceu nos dias de JFK, culminando em sua morte

16 de novembro de 2013 | 16h 10


Dallas, Texas. Ali John F. Kennedy foi assassinado a tiros. Se Kennedy entrou para a história imortalizado em diferentes papéis - o conquistador, o herói americano, o jovial presidente, o símbolo de uma época, Dallas também entrou. Foi-lhe cravada a identidade de "cidade do ódio". Sobre essa arena se debruçaram os americanos Steven L. Davis e Bill Minutaglio, autores de Dallas 1963 (Editora Twelve).

A história congelada no instante em que o tiro atingiu o presidente - AP
AP
A história congelada no instante em que o tiro atingiu o presidente

Anotações, cartas e jornais antigos formaram o arquivo desses escritores, que retratam o que era a cidade à época. Quem nos conta essa história é Steven L. Davis, 50 anos, que cresceu e viveu por décadas em Dallas. "O ódio estava realmente presente na cidade. Esse sentimento que nós vimos começar, dominar e explodir em Dallas agora se espalhou nacionalmente. Está em todos os lugares dos EUA", diz Davis, nesta entrevista exclusiva ao Aliás.

O que era Dallas em 1963?
John F. Kennedy foi alertado, por conselheiros e amigos próximos, a não ir a Dallas. No dia 24 de outubro de 1963, Adlai Stevenson, embaixador americano nas Nações Unidas, foi agredido ali - e também alertou o presidente. Na manhã em que desembarcavam na cidade, Kennedy disse a Jackie: "Estamos entrando numa terra insana". Por que Dallas era considerada uma cidade louca, uma cidade do ódio? À época, Dallas reunia americanos extremistas, que se sentiam ameaçados pelas posições do presidente sobre os direitos civis e a URSS. Ameaçados, pois defendiam a segregação racial e uma ofensiva nuclear contra a Rússia. E os lunáticos de Dallas não estavam à margem da sociedade, mas no centro. Líderes cívicos e poderosos eram os organizadores dessa resistência. Um dos principais opositores, o general Edwin Walker, conhecido por suas visões políticas ultraconservadoras, fez manifestações violentas e liderou o protesto contra Stevenson. Kennedy não podia deixar de ir a Dallas - isso mandaria uma mensagem errada para a sociedade, como se o presidente estivesse se rendendo ao general, e ele jamais faria isso. Dias antes de 22 de novembro, foram distribuídos milhares de pôsteres, como um cartaz de "procurado", com fotos de JFK, acusado de traição. Certamente havia outras cidades furiosas, outros focos de resistência, mas Dallas se tornou o quartel-general.

Por quê?
Dallas tinha influências religiosas, políticas e econômicas consideráveis por trás dessa resistência. H. L. Hunt, petroleiro texano e um dos mais ricos do mundo, estava destinando parte de sua fortuna a financiar investidas contra o presidente. Hunt tinha estações de rádio que transmitiam sua mensagem anti-Kennedy para o país. O nome da Praça Dealey, onde o presidente foi assassinado, vem de George B. Dealey, editor por muito tempo do Dallas Morning News, o mais influente jornal no sul do país. Ted Dealey, herdeiro do jornal, detestava JFK. Convidado com outros editores texanos a visitar a Casa Branca, em 1961, Ted confrontou o presidente. Disse: "Queremos um homem forte para liderar a América. Você só está brincando com o velocípede de Caroline". Quer dizer, o presidente estava diante de pressões internacionais - mísseis em Cuba, muro em Berlim, a URSS - e os opositores o viam como uma garotinha num triciclo. A cidade ainda tinha a maior igreja batista do país, com W. A. Criswell como líder espiritual. Num sermão, o reverendo criticou a religião de JFK, o primeiro católico a ocupar a Casa Branca, dizendo que o presidente não governaria, pois sempre se ajoelharia para o papa. Assim, Dallas se tornou um ímã para outros opositores de JFK, antes e durante sua presidência.

Como era antes?
Na campanha, Lyndon B. Johnson era a chave para conquistar votos no sul do país. Diante dessas investidas anti-Kennedy, os democratas estavam perdendo o Texas. No fim, as eleições de 1960 seriam decididas entre Texas e Illinois. JFK pediu a Lyndon Johnson que fosse a Dallas fazer campanha de última hora. Isso entrou para a história: apoiadores de Richard Nixon e parlamentares de Dallas receberam Johnson e Lady Bird com uma manifestação surreal, com cartazes dizendo que eles eram traidores e socialistas ianques. A cidade simples, com ruas simpáticas e minimercados se transformou, com moradores agressivos cuspindo nos Johnsons, atirando pedras e placas de trânsito neles. Era muita raiva, como se a loucura tivesse dominado as ruas de Dallas. As câmeras de TV gravaram essas cenas, que rodaram o país inteiro. Isso provocou uma reviravolta na campanha. Na época, o partido democrata reunia muita gente conservadora no sul. Eles eram contra os direitos civis, e por isso, não estavam apoiando JFK. Mas após essa manifestação horrível, principalmente contra Lady Bird Johnson, tão elegante, mudaram de ideia. Isso contribuiu muito para a vitória de Kennedy no Texas. E tornou a cidade famosa como polo anti-Kennedy, um antro de lunáticos agressivos. Essa atmosfera só piorou nos 1.036 dias de JFK na presidência, culminando em sua morte.

E após a morte de JFK, a cidade é outra?
Por muito tempo os americanos culparam a cidade inteira pelo assassinato. De fato, havia muito ódio ali. Após as primeiras notícias da morte de JFK, a polícia recebeu milhares de telefonemas. Eram mulheres desesperadas querendo confessar o crime para livrar seus maridos - que, pensavam elas, certamente teriam matado o presidente. A angústia de uma minoria, de gente poderosa, dominou Dallas. Depois, as pessoas passaram a negar qualquer relação entre o clima de ódio na cidade e a morte do presidente. Diziam que o assassinato poderia ter ocorrido em qualquer outro lugar. Assim, Dallas teve sua identidade marcada por 1963. Lutou contra esse passado por muito tempo - e ainda luta. Muitos queriam simplesmente apagar essa lembrança, demolir o prédio em que Lee Oswald se escondeu para atirar. Com o tempo, a cidade continuou a crescer, tornou-se mais cosmopolita, diversa e próspera, elegeu um prefeito negro (Ron Kirk, em 1995). Esse fazer as pazes com o passado começou na década de 1980, quando finalmente decidiram salvar o prédio da Praça Dealey, transformado no Museu Sixth Floor, que conta a história de uma maneira muito digna. Aliás, a morte de JFK foi um episódio sequestrado por teorias de conspiração envolvendo a máfia, a CIA, os cubanos. Muitos perderam perspectiva sobre o que realmente aconteceu.

O que realmente aconteceu? 
JFK foi assassinado por Lee Oswald. Mas ainda hoje há muitas teorias de conspiração. O interessante é: por quê? Bill Minutaglio e eu estivemos em Dallas, no fim de semana passado. Quando discutimos nosso livro no Texas, os texanos imediatamente entendem o que estamos dizendo. Entendem totalmente o que era a cidade do ódio que certamente influenciou o atirador. Em outros lugares, é difícil compreender o que era essa atmosfera insana, é mais atraente acreditar em outras teorias - afinal, JFK era um político inteligente e carismático, um jovem bonito e sedutor, por que um perdedor iria matá-lo no Texas? Aí é mais fácil inventar histórias. Algumas teorias são simplesmente absurdas, como a que diz que LBJ matou JFK. As pessoas talvez prefiram acreditar em contos de fadas e filmes de Hollywood.

No pós-Kennedy, os americanos encontraram outro presidente que se tornou um símbolo de esperança nos EUA?
S
im, Barack Obama. Apesar das decepções e dos erros, Obama acertou muitas vezes. Suas palavras nos atingem, realmente trazem esperança por um país melhor. Não por acaso há paralelos com Kennedy. Os inimigos de Obama usam as mesmíssimas palavras que usavam os inimigos de JFK. Seriam traidores, socialistas, antiamericanos. Se Kennedy foi criticado por ser católico, Obama teria uma religião estranha e estrangeira - dizem os opositores, erroneamente, que o presidente é muçulmano. Um campo de batalha está se formando no nosso país. Muitos americanos se sentem ameaçados pelas mudanças que Obama poderia trazer, assim como se sentiam ameaçados por JFK. Ao visitar Dallas, Obama foi recebido pelo Tea Party com muitos cartazes que lembram 1963, com um fator a mais: o racismo. Mas tudo ocorreu tranquilamente. Afinal, a segurança presidencial melhorou muito desde a década de 1960.

O que mudou?
Não sou especialista em segurança, não posso dizer exatamente o que mudou. Mas melhorou. É uma característica interessante sobre nós, americanos. Após um ataque, forte e trágico, tendemos a ficar superprotetores e supercautelosos. Em diferentes escalas, o choque do 22 de Novembro é semelhante ao do 11 de Setembro. Tentamos manter tudo sob controle e nos conformes, um mundo hiperorganizado, mas é impossível controlar tudo.

Queria propor um exercício de imaginação: e se JFK não tivesse morrido?
Muitos imaginam como o mundo seria. Stephen King escreveu 11/22/63, uma viagem no tempo que tenta impedir o assassinato. O livro dá uma ideia do que seriam os EUA se a história tivesse sido diferente. Na realidade, não seria uma história muito bonita, pois JFK poderia não ser reeleito e ficaríamos muito perto de uma guerra nuclear. Na política internacional, JFK é lembrado por impedir a guerra nuclear, mas, na política interna, foi um fracasso total. Não avançou em nenhuma de suas propostas. Se JFK não tivesse morrido, enfrentaria o que Obama enfrenta hoje: críticas e frustrações por promessas e esperanças não cumpridas. Realmente, a morte muda tudo.

Há uma cidade raivosa como Dallas atualmente nos EUA?
Não há uma cidade em particular. Na verdade, esse sentimento de ódio que nós vimos começar, dominar e explodir em Dallas agora se espalhou nacionalmente. Está em todos os lugares do país.

Pensei que o sr. seria mais otimista...
Desculpe, mas é difícil ser um americano otimista nos dias de hoje.

domingo, 27 de outubro de 2013

Grandes cérebros - os 25 países com mais pessoas brilhantes


(http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/grandes-cerebros-os-25-paises-com-mais-pessoas-brilhantes)



Grandes cérebros - os 25 países com mais pessoas brilhantes

Os Estados Unidos teriam um exército de 5,3 milhões de pessoas brilhantes, enquanto o Brasil, apenas 198 mil, de acordo com levantamento do site Business Insider



Mão segura cérebro

Estados Unidos teriam 5,3 milhões de pessoas no grupo de brilhantes. Em números relativos, Singapura aparece em primeiro, segundo cruzamento de dados do Business Insider

São Paulo – Não é fácil apontar quantas pessoas em um país podem ser consideradas brilhantes. O site norte-americano Business Insider resolveu fazê-lo a partir dos dados doPISA, um teste educacional internacional aplicado pela OCDE, grupo que reúne nações ricas.

Com essa métrica, os Estados Unidos aparecem com o maior exército de cérebros privilegiados em números absolutos - mais de 5,3 milhões - seguido por Japão e Coreia do Sul.

Partindo do pressuposto, corroborado por pesquisas, de que o desempenho no PISA é um bom avaliador da inteligência geral de uma nação, o site pediu a um pesquisador da Universidade de Duke que medisse a porcentagem de adolescentes – a prova é feita por alunos de 15 anos – que conseguiram acertar acima de 98% da prova.

A porcentagem resultante desta conta foi cruzada com o total da população de cada país participante para chegar ao número de pessoas dotadas de enorme inteligência.

O Brasil, nesta conta, aparece com 198 mil brilhantes. O número o coloca na 20ª posição entre os 65 avaliados pelo PISA em 2009, a última edição disponível.

Não é possível deixar de observar, no entanto, que apenas 0,1% da população brasileiraentra nessa grupo. O país ficou em 53º lugar geral no PISA.

É bem pouco, considerando os altos 9,1% dos moradores de Singapura, líder em termos relativos, e os 4,4% da Coreia do Sul.

Compare a tabela abaixo:

PosiçãoPaísQuantos estão na elite no PISA (em %)Número estimado de pessoas brilhantes
1Estados Unidos1,7%5.336.300
2Japão4,05%5.167.800
3Coreia do Sul4,4%2.200.000
4Alemanha2,6%1.445.400
5França2,2%1.445.400
6Taiwan5,85%1.365.390
7Canadá3,1%1.081.280
8Rússia0,65%932.750
9Reino Unido1,4%885.220
10Austrália3,3%748.440
11Itália1%609.200
12Polônia1,45%558.830
13Singapura9,1%483.392
14Turquia0,65%481.000
15Hong Kong6%429.300
16Holanda2,55%427.635
17Bélgica3,45%384.330
18Espanha0,75%354.525
19Suíça4,25%339.873
20Brasil0,1%198.700
21República Checa1,8%189.180
22Nova Zelândia4,1%181.753
23Suécia1,9%180.823
24Finlândia3,25%175.955
25Áustria1,7%143.854

sábado, 19 de outubro de 2013

12 Dog Breeds Perfect for Condo & Apartment Living

(http://shine.yahoo.com/pets/12-dog-breeds-perfect-condo-38-apartment-living-121700932.html)



12 Dog Breeds Perfect for Condo & Apartment Living


Dogs are adaptable, but some are better choices than others for life in confined quarters. Such dogs possess laid-back personalities, don't tend to bark excessively and have low-to-moderate exercise needs. 

 In your quest to find an apartment- and condo-suitable breed, size is not always a factor. In fact, ideal apartment dogs come in all sizes. Vetstreet spotlights a dozen for your consideration. 

MastiffMastiff - Gentle Giant 
 Yes, he's a giant breed, but his gentle temperament and moderate activity level can make the adult Mastiff a fine companion for life in an apartment or condo, as long as you can provide him with a daily walk and survive the active, destructive stage of puppyhood. If you live in a building with multiple floors, you should have access to an elevator for ease in getting your dog up and down. Carrying him won't be an option. Another warning: Mastiffs drool, so keep a supply of cleaning products to keep your walls shiny and clean. 
* Learn More About the Mastiff 

Pekingese - Low-Energy Lover 
This imperial dog from China has a reputation as a snob, but people who love the Pekingese know that he is an affable and quiet companion who requires little exercise but lots of love. Nonetheless, he's not needy and will snooze the day away until you come home from work, ready to kowtow to your little canine emperor. As a bonus, his vigilant nature makes him a superb watchdog, but he's not overly yappy. Word to the wise: His flat face makes him prone to respiratory distress if he's not kept cool. 
* Learn More About the Pekingese 



Greyhound - 45-mph Couch Potato 
The Greyhound is widely known as the 45-mph couch potato. You might think this breed needs a lot of exercise, but he is a laidback dude who is satisfied with a stroll around the block or a chance to run full out in a safe place - for about five minutes. The rest of the time, he is content to curl up on your sofa or any other soft, comfortable spot that will cushion his bony body. Bonus: He's not much of a barker, and grooming his short, smooth coat is a cinch. 
* Learn More About the Greyhound 

 Tibetan Spaniel - Pint-Size Snuggler
 
 The Tibbie , as he's nicknamed, has a moderate activity level. He'll be happy to go on long walks with you, but he's equally satisfied to snuggle with you in bed or on the sofa, and can play with toys or race around the house when the weather is bad or your schedule doesn't allow for a walk. At 9 to 15 pounds, he fits perfectly into any size home. He is highly alert, making him a great watchdog, but he's not known for barking excessively. 
* Learn More About the Tibetan Spaniel 

Cavalier King Charles Spaniel - Sturdy Little Snuggler 
 The easygoing Cavalier was bred for life in a palace, but as long as he has a comfy lap and plenty of treats and love, he can live anywhere, including a studio apartment. He will enjoy walks of any length and is sturdy enough to go on hikes or chase birds at the beach, but lolling on the sofa with you while you watch television is also high on his list of fun things to do. Most are quiet, but an occasional few will sound the alarm when they see people, birds or squirrels outside the window. 
*Learn More About the Cavalier King Charles Spaniel 

Tibetan SpanielTibetan Terrier - Inactively Athletic 
 Mild-mannered and friendly, the Tibetan Terrier, TT for short, weighs 20 to 24 pounds, putting him under the weight limits set by many apartment or condo complexes. His sturdy athleticism makes him suitable as a walking, hiking or jogging buddy, but with his moderateactivity level he won't run you into the ground. Pros and cons: He's a good watchdog, but his long double coat must be brushed or combed at least twice a week. 
* Learn More About the Tibetan Terrier 

Havanese - Affectionate and Adaptable 
This cheerful and affectionate dog is alert, but not especially yappy. At 10 to 15 pounds, he meets the size limits of just about any stringent apartment's or condo complex's pet policy rules, but he is sturdy and playful enough to enjoy the company of children. The Havanese is happy to go for walks, but short bursts of zooming around the house - up and down the halls and on and off the furniture - is plenty of exercise for him. Heads up: His long coat needs regular grooming. 
* Learn More About the Havanese 

Pug - Companionable Charmer 
The pint-size Pug contains more charm than should be legal. He's playful, mischievous and affectionate, but more important, he's adaptable to just about any environment and lifestyle. As long as they're with you, Pugs are equally happy to chill at home, go for a walk, dress up in costume for a pet parade, or visit people in nursing homes or hospitals. No yard is necessary; indoor playtime will meet their exercise needs just fine. Warning: Pugs snore. 
* Learn More About the Pug 



Lhasa ApsoLhasa Apso - As Active as His Family 
 At 12 to 18 pounds, the Lhasa Apso is small but sturdy. He's affectionate with family members, but independent enough that he doesn't need constant attention. Lhasas are suspicious of strangers and make excellent watchdogs, but they don't tend to bark excessively. The Lhasa pegs his activity level to that of his family. A brief walk is a good way to get him out and about, but he will also enjoy playtime in the home. Note: The Lhasa's long coat is beautiful but requires frequent grooming. 
* Learn More About the Lhasa Apso 

Miniature or Toy Poodle - Small but Smart 
Smart, sassy and stylish, Poodles are super companions for anyone who appreciates their sense of humor and sunny disposition. The small- and medium-size varieties of this breed are easy to train, get along with everyone - including other pets - and can be happy with less space and less exercise than their big brother, the Standard Poodle. Beware: The curly coat may not shed much, but it requires regular clipping to prevent painful mats from forming. 
* Learn More About the Toy Poodle 

Bulldog - Relaxed and Restful 
Beneath his frowning face, the Bulldog is good-natured and lovable with an activity level that is best described as restful. A 10-minute walk during the cool morning or evening suits him just fine. Watching TV with you or supervising as you prepare meals is about as active as he wants to get. The downside: He is prone to heatstroke and must live in an air-conditioned environment. He can also develop health problems that are expensive to treat. 
* Learn More About the Bulldog 

FrenchieFrench Bulldog - Quiet and Cute 
His distinctive appearance, small size - less than 28 pounds - and quiet nature make the Frenchie a popular choice for city dwellers who live in apartments, condos or co-ops. He has a short, easy-care coat that comes in a variety of colors, and he doesn't need a great deal of exercise. Be sure you can keep him in air-conditioned comfort, however, because his pushed-in snout makes him susceptible to heat-related collapse 
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Lojas especializadas em um só tipo de doce



Lojas especializadas em um só tipo de doce

Conheça endereços bacanas que apostam em cardápios temáticos em que as balas, brigadeiros, cupcakes e até quindins são as estrelas

Pão de mel, brigadeiro, éclair: lojas especializadas (Foto: Tadeu Brunelli/ Divulgação/ Mario Rodrigues)



Primeiro foram os brigadeiros e os cupcakes, depois vieram as bombas de chocolate, os bolos de jeitão caseiro, os quindins e, de repente, as docerias centradas na produção de uma única especialidade se tornaram uma febre na cidade.

Para não cair na mesmice, essas lojas apostam em diferentes combinações de ingredientes e criam versões variadas do mesmo doce. É o caso da Tchocolath, na Vila Nova Conceição, que inaugura uma filial dedicada apenas aos pães de mel. Além das quatro versões que já existiam na matriz, entre elas doce de leite e damasco, outros dez sabores estão disponíveis na loja da Vila Olímpia. São exemplos tangerina com gengibre, nozes e gianduia.

Confira abaixo uma seleção de endereços com cardápio temático:

  Balas e pirulitos artesanais: especialidade da moderna Papabubble
Balas e pirulitos artesanais: especialidade da moderna Papabubble
 
(Foto: 

Divulgacao

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■ BALAS: especializada em caramelos artesanais, a moderna loja da Rua Pinheiros é a única franquia brasileira da Papabubble, marca importada de Barcelona. Há mais de quarenta sabores, entre eles limão-siciliano, mojito, café e manteiga, com sabor semelhante ao de uma butter toffee. Na Rock Candy, nos Jardins, é possível observar o processo de elaboração dos doces sempre às 10h30 e às 16h30. Entre as mais de trinta versões, torça para encontrar as de eucalipto, uísque, framboesa e banana.

                    Lu Bonometti: biscoitos derretem na boca
Lu Bonometti: biscoitos derretem na boca
 
(Foto: 

Fernando Moraes

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■ BOLACHAS: os biscoitos encontrados na nova Lu Bonometti Biscotti Dolcezze, nos Jardins, primam pela delicadeza. Algumas opções são pistache, amêndoa, avelã e gianduia. Na Kukla Cookies, no mesmo bairro, a especialidade são as guloseimas que dão nome à casa. A receita chamada de chubbies combina chocolates amargo e meio amargo mais noz-pecã.

                    Casa de Bolos: massa de milho bem úmida
Casa de Bolos: massa de milho bem úmida
 
(Foto: 

Fernando Moraes

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■ BOLO: vendidas inteiras, as massas simples e fofinhas, de jeitão caseiro, são a bola da vez no mercado de guloseimas. Na caprichosa Bolo à Toa, em Pinheiros, as receitas de laranja, limão ao iogurte e cenoura com calda de chocolate são acertos garantidos. Se preferir um sabor mais rústico, não eixe de provar a ótima versão de milho da rede Casa de Bolos, com diversas unidades na capital.

Roteiro completo: conheça outras lojas especializadas em bolos clicando AQUI

                    Brigadeiros by Cousin's: docinhos são enrolados na hora
Brigadeiros by Cousin's: docinhos são enrolados na hora
 
(Foto: 

Mario Rodrigues

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■ BRIGADEIRO: uma das primeiras a embarcar na onda dos brigadeiros gourmet, Juliana Motter comanda a charmosa Maria Brigadeiro, em Pinheiros. Lá, é possível escolher entre quarenta versões do docinho enrolado, entre elas, vinho do Porto, pistache e caramelo com flor de sal. Na Brigadeiros by Cousin’s, em Perdizes, a guloseima preparada com chocolates suíço, belga ou francês, também surge no recheio dos éclairs e dos macarons.

Roteiro completo: conheça outras lojas especializadas em brigadeiro clicando AQUI

                    Helô Doces: os brownies fazem o maior sucesso
Helô Doces: os brownies fazem o maior sucesso
 
(Foto: 

Mario Rodrigues

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■ BROWNIE: o bolo de sotaque americano preparado pela Helô Doces é um dos melhores encontrados na cidade. Vendido em supermercados em uma simpática embalagem de marmitex, também pode ser comprado diretamente na loja de fábrica da marca, na Vila Madalena. Sob encomenda, também faz outras versões da guloseima. No Queen Brownie, no Shopping Pátio Paulista, o doce aparece em quatro sabores: tradicional com amêndoas, café, laranja e pistache.

                    Cannoleria: canudos sicilianos de massa frita e recheio doce
Cannoleria: canudos sicilianos de massa frita e recheio doce
 
(Foto: 

Fernando Moraes

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■ CANNOLI: instalada nos fundos do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, na Consolação, a Cannoleria de Alexandre Leggieri fez do quitute típico da Sicília uma tendência na cidade. Os canudos de massa frita aparecem em cinco versões, entre elas, as de doce de leite com amêndoas e de pasta de avelã italiana. A melhor receita ainda é a clássica, repleta de creme de ricota e frutas cristalizadas.

                    Na The Cake Is on the Table: bolinhos de recheio equilibrado
Na The Cake Is on the Table: bolinhos de recheio equilibrado
 
(Foto: 

Mario Rodrigues

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■ CUPCAKE: o típico bolinho americano do tamanho de uma xícara ganha versões mais leves, com jeitão de caseiro, em duas lojas da cidade. Na colorida The Cake Is on the Table, em Santo Amaro, a sócia Paula Simões elabora receitas de massa fofa e recheio suave, como a de morango com ganache chocolate. Já na Confeitaria da Luana Davidsohn, na Vila Madalena, o cupcake que mais faz sucesso é coroado por doce de leite envolto em uma casquinha de chocolate. Sob encomenda, Luana faz docinhos diet ou sem lactose.

Outras lojas especializadas: Cupcakeria, Delicake e Wondercakes.

                    Faire la Bombe: éclairs de chocolate, mirtilo e mais sabores
Faire la Bombe: éclairs de chocolate, mirtilo e mais sabores
 
(Foto: 

Mariana Araújo

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■ ÉCLAIR: a pequenina e sempre concorrida Faire La Bombe, em Pinheiros, ganhou uma filial no Itaim Bibi. Nas duas unidades, são assados diariamente delicados tubinhos de massa leve e crocante. Para recheá-los, há damasco, limão-siciliano e pistache. Não deixe de pedir a versão de creme de baunilha e cobertura de chocolate francês Valrhona ao leite.

                    Macarons, da Ladurée: biscoitos à base de amêndoas
Macarons, da Ladurée: biscoitos à base de amêndoas
 
(Foto: 

Fernanda Frazão

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■ MACARON: o docinho-ícone da pâtisserie francesa está cada vez mais difundido entre os paulistanos. Prova disso é a vinda da grife parisiense Ladurée à cidade. Na loja do Shopping JK Iguatemi, única do país, os biscoitos montados com dois discos de farinha de amêndoa unidos por creme ganham versões de pistache, chocolate, limão-siciliano e flor de cerejeira.

Tchocolath: catorze versões de pão de mel
Tchocolath: catorze versões de pão de mel
 
(Foto: Tadeu Brunelli)










■ PÃO DE MEL: dona de uma das melhores receitas de pão de mel da cidade, aTchocolath, na Vila Nova Conceição, abriu uma filial dedicada aos bolinhos de mel. Neste outro endereço, na Vila Olímpia, os tradicionais recheios, como doce de leite, brigadeiro e damasco, ganham a companhia de mais oito sabores. São exemplos tangerina com gengibre, nozes e gianduia.

                    Fôrma de Pudim: versão com fava de baunilha
Fôrma de Pudim: versão com fava de baunilha
 
(Foto: 

Redação VEJA SÃO PAULO

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■ PUDIM: o ateliê Fôrma de Pudim, na Vila Nova Conceição, oferece mais de sete versões do doce, vendidas dentro de uma fôrma. A clássica é feita com fava de baunilha e rende até dez porções na versão de 1 quilo. Diariamente, há algumas unidades para pronta-entrega, mais o ideal é ligar com antecedência e fazer uma encomenda.

                    Bendito Quindim: pistache, café, maracujá e até damasco
Bendito Quindim: pistache, café, maracujá e até damasco
 
(Foto: 

Fernando Moraes

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■ QUINDIM: o tradicional docinho brasileiro à base de gemas e coco reina sozinho nas prateleiras da Alice Quindins. Faça uma extravagância e leve uma caixa com doze unidades. De clima familiar, a Bendito Quindim, no Tatuapé, propõem diferentes sabores da guloseima. Aposte nas receitas de café, maracujá, pistache e damasco.