UMA OPINIÃO BAMBA!

UMA OPINIÃO BAMBA!

Textos Interessantes e Curiosidades, Humor, Seinfeld, Política, Economia, Negócios, SPFC, Esportes, próprios ou não, mas sempre dando o devido crédito. Ou não?

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Amazing Facts

"US scientists calculated that Santa would have to visit 822 homes a second to deliver all the world's presents on Christmas Eve, travelling at 650 miles a second."

"Cientistas americanos calcularam que Papai-Noel teria que visitar 822 lares por segundo para entregar todos os presentes do mundo na véspera do Natal, viajando a 650 milhas (1.046 kms) por segundo."


Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo

Men say they helped SEAL smuggle weapons

-------------------------------------------------
Opinião do Blog:

Pensa que contrabando de armas é só no Morro do Alemão? Ou era? NOT

Ricardo Bampa - 23/12/2010
-------------------------------------------------


By Ken Ritter - The Associated Press
Posted : Thursday Dec 23, 2010 19:21:51 ET

Military Times
(http://www.militarytimes.com/)


LAS VEGAS — Two Las Vegas men have pleaded guilty to conspiring with a Navy SEAL and another man to sell more than 100 machine guns and other weapons smuggled into the U.S. from Iraq and Afghanistan.

U.S. Attorney Daniel Bogden said 36-year-old Andrew Kaufman and 35-year-old Omar Aguirre entered pleas Thursday before Senior U.S. District Court Judge Lloyd George.

Kaufman had been named previously in the case with Special Warfare Operator 1st Class (SEAL) Nicholas Bickle, 33, of San Diego and his friend, Richard Paul, 34, of Durango, Colo.

Bickle and Paul pleaded not guilty Thursday in Las Vegas to multiple charges. The judge set trial for Jan. 24.

Kaufman could face up to 15 years in prison and Aguirre could face up to five years at sentencing March 25.


Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sacanagem com Dinheiro Público

-------------------------------------------------
Opinião do Blog:

Eta velinho sacana! Isso é que é fazer sacangem com o dinheiro público! Literalmente!

Ricardo Bampa - 22/12/2010
-------------------------------------------------

Cúpula do PMDB e presidente da Câmara minimizam escândalo de gasto com motel do futuro ministro do Turismo⁠


22/12 às 14h36
Globo.com
Adriana Vasconcelos⁠


BRASÍLIA - A cúpula do PMDB e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) tentam minimizar o escândalo envolvendo o futuro ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB-MA), que segundo matéria do Jornal O Estado de São Paulo, gastou R$ 2.156,00 no Motel Caribe, em São Luís, e anexou a nota fiscal à prestação de contas de junho, como custo da atividade parlamentar. Pedro Novaes, de 80 anos, foi indicado para o ministério pela cúpula do PMDB.

Esse valor teria sido pago pelo aluguel da suíte Bahamas, a mais cara do estabelecimento, para uma festa com 15 casais, em junho último. Depois de confirmar a festa, na reportagem do Estadão, e admitir que errou ao cobrar a despesa da Câmara, Novais vai divulgar nota, na tarde desta quarta-feira, negando tudo, e culpando um assessor.

- O Pedro Novais está esclarecendo tudo de forma consistente, não temos que falar nada com a presidente Dilma - declarou o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves(RN).

Reunido com líderes da Oposição para tratar de sua candidatura a presidente da Câmara, o presidente em exercício da Casa, Marco Maia, disse estar mais preocupado com sua eleição que com o escândalo Novais.

- Primeiro não podemos nos orientar pelas matérias (de jornal). Vamos ouvir todas as pessoas envolvidas. Não temos preocupação com essa matéria, porque todas as despesas são comprovadas. Estamos preocupados e focados no tema que diz respeito à construção de um processo transparente que garanta uma ampla representação dos partidos na presidência da Câmara - disse Marco Maia.


Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo

Amazing Facts

"China has about $1 trillion in personal savings and a savings rate of close to 50%. The US has about $158 billion in personal savings and an average savings rate of only about 2%."

"A China tem cerca de US$ 1 trilhão em poupanças pessoais e uma taxa de poupança de cerca de 50%. Os EUA tem cerca de 158 bilhões de dólares em poupanças pessoais e uma taxa de poupança média de cerca de 2%."


Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo

Torturadores da ditadura argentina pegam prisão perpétua

-------------------------------------------------
Opinião do Blog:

Deveríamos seguir esse exemplo. Aqui, os criminosos pegariam no máximo 30 anos e sairiam com metade disso! É um absurdo!

Ricardo Bampa - 22/12/2010
-------------------------------------------------


22/12/2010 06h17
JB Online


BUENOS AIRES - Quinze repressores da última ditadura argentina (1976/83) foram condenados nesta terça-feira à prisão perpétua por crimes contra a humanidade nos centros clandestinos de detenção nas cidades de Mar del Plata e Buenos Aires, informou uma fonte judicial.
"O ex-militar (do Exército) Alfredo Manuel Arrillaga e os ex-membros da Marinha Justo Ignacio Ortiz e Roberto Luis Pertusio foram condenados por crimes contra a humanidade cometidos na base naval" de Mar del Plata", revelou o Centro de Informação Judicial (CIJ).
O processo envolvia nove presos políticos detidos no centro de extermínio instalado na base naval de Mar del Plata.

O Tribunal Federal de Mar del Plata condenou os três por "privação ilegal de liberdade duplamente agravada e por tortura agravada".

Já o Tribunal Federal de Buenos Aires condenou à prisão perpétua oito ex-policiais, um ex-agente penitenciário, um ex-capitão do Exército e dois membros da polícia militar que atuaram em três centros clandestinos de detenção da capital argentina.

Os condenados, entre eles Julio Simón e Samuel Miara, foram considerados culpados por mais de 100 sequestros e assassinatos nos centros clandestinos de detenção "El Banco", "Club Atlético" e "El Olimpo".

O tribunal condenou ainda a 25 anos de prisão o ex-agente civil do Exército Raúl Antonio Guglielminetti, o ex-chefe do Batalhão de Inteligência 601 Carlos Alberto Roque Tepedino, o vice-comandante do 601 Mario Alberto Gómez Arenas e o ex-diretor da Polícia Federal Ricardo Taddei.


Tags: Argentina, ditadura

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Wisdom Quotes

Abraham Lincoln : "No man is good enough to govern another man without that other's consent."

Abraham Lincoln: "Nenhum homem é bom o suficiente para governar um outro homem sem o seu consentimento"



Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo

Sob a conveniência da 'segurança nacional',Lula não revelou gastos com cartão corporativo

-------------------------------------------------
Opinião do Blog:
É sempre bom relembrar a história! Não deixemos que caia no esquecimento! Mais uma vergonha!
Ricardo Bampa 21/12/2010
-------------------------------------------------
(Dica da @Val_Ce - sigam no twitter!)

Livro: "O Chefe" - por Ivo Patarra
(http://www.escandalodomensalao.com.br/logo_OChefe_v2.gif)

Capítulo 12 -
As despesas do governo Lula com cartões corporativos se transformaram numa caixa preta. Só a Presidência da República teria efetuado gastos secretos superiores a R$ 20 milhões entre 2004 e 2007. Na esteira das investigações conduzidas pelo Congresso Nacional, Lula se viu obrigado a afastar a sua ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro (PT-SP), que não teve como justificar as despesas com o chamado dinheiro de plástico.

Para evitar a quebra de sigilo dos cartões corporativos e amansar deputados e senadores oposicionistas, o Palácio do Planalto urdiu a elaboração de um dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) e da ex-primeira dama, Ruth Cardoso. Os dados foram preparados e divulgados pelo Ministério da Casa Civil, sob o controle de Dilma Rousseff (PT-RS).

A responsável pela formatação da documentação foi apontada como sendo Maria de la Soledad Castrilho, a "Marisol", que ocupava os cargos de diretora de Recursos Logísticos e chefe de gabinete de Erenice Guerra, a secretária-executiva e principal assessora da ministra Dilma Rousseff. E quem vazou o dossiê foi José Aparecido Nunes Pires, militante histórico do PT, levado para o Ministério da Casa Civil pelo antecessor de Dilma Rousseff, José Dirceu.

Ora, se Lula não queria divulgar com transparência os seus gastos em nome da segurança do presidente da República, o que justificaria tornar públicas as despesas do antecessor? De qualquer forma, a jogada do governo deu certo. Desviou o foco das atenções da CPI dos Cartões sobre desvios, irregularidades e até enriquecimento ilícito para o debate político sobre o dossiê de FHC.

Vale registrar distorções acerca do uso dos cartões corporativos em nome da Presidência da República no segundo mandato de Lula, mesmo que pouco tenha vindo à tona em razão das sistemáticas rejeições da base aliada do governo aos requerimentos com pedidos de informação à CPI. Das poucas coisas que ficaram públicas, houve o pagamento insignificante de R$ 112,11 de uma conta de internet de Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", filho do presidente, efetuada em setembro de 2003.

Dez funcionários da Presidência da República foram autorizados a usar cartões corporativos para fazer compras de interesse de Lula em 2007. Gastaram R$ 3,6 milhões. Do total, os ecônomos, nome técnico dos funcionários, retiraram R$ 352 mil em dinheiro vivo. Com a notícia nos jornais, receberam orientação para não conceder entrevistas. Informações sobre os gastos chegaram a conhecimento público por meio do Portal da Transparência, um site na internet gerenciado pela CGU (Controladoria-Geral da União). Depois os dados foram retirados da rede mundial de computadores.

Antes das informações terem sido subtraídas da internet, era possível saber os gastos de cada um dos dez ecônomos a serviço da Presidência da República entre 2003 e 2007. Juntos, despenderam R$ 11,6 milhões, sendo que sacaram R$ 1,7 milhão em dinheiro vivo em caixas eletrônicos.

Em março de 2003, Lula viajou a Ponta Porã (MS) para inaugurar um assentamento de trabalhadores rurais sem-terra. Após a viagem, o Palácio do Planalto apresentou 27 notas fiscais para justificar o aluguel de veículos que haviam sido feitos com os cartões, durante o período em que o presidente permaneceu naquela cidade do Mato Grosso do Sul. O TCU (Tribunal de Contas da União) descobriu que as notas eram frias. Somavam R$ 206 mil, enquanto a empresa Limosine Service – Russos & Filhos, responsável pela locação dos automóveis, teria cobrado apenas R$ 40 mil pelos serviços.

A auditoria do TCU apurou que o endereço da empresa locadora em Ponta Porã era fictício. Da auditoria: "Em um dos endereços, o analista não encontrou a empresa em funcionamento, obtendo a informação de que, naquele endereço, nunca existiu empresa locadora de veículos".

O Ministério Público Federal decidiu investigar os gastos com cartões corporativos da Presidência da República, com base em auditoria preliminar do TCU. Foram identificadas irregularidades em 35% das notas fiscais analisadas, todas referentes a dispêndios sigilosos. Os procuradores procurariam saber se houve pagamentos indevidos em viagens de Lula, ou nos serviços de segurança oficial dos familiares do presidente.

Entre os problemas apontados pelo TCU havia vias de documentos fiscais anexadas às prestações de contas do Palácio do Planalto com valores diferentes daqueles que constavam nas vias dos talonários das empresas responsáveis pela prestação de serviços ou o fornecimento de bens e produtos.

Do relatório do TCU: "A incompatibilidade entre os valores configura sonegação fiscal. Nesse caso, deve-se considerar também a possibilidade de haver conluio entre o fornecedor e o servidor responsável pelo pagamento com o objetivo de cobrar a maior da administração".

Um dos casos sob investigação do Ministério Público procurava apurar uma locação de veículos ocorrida em empresa de Santana do Parnaíba (SP). No talonário constava a prestação do serviço de aluguel no valor de R$ 3,1 mil. Já a prestação de contas referente àquele mesmo serviço, apresentada pelo Palácio do Planalto, somava R$ 40,4 mil. Ou seja, era 13 vezes maior.

Em outro caso, uma empresa de locação de veículos, com sede em São Paulo, teria prestado serviços à Presidência da República por mais de R$ 1 milhão no período de um ano e meio. Problemas: não foi emitido documento fiscal hábil e parte das notas apresentava endereço fictício.

Chamou atenção dos procuradores gastos da Presidência da República numa padaria em Brasília. A via da nota que fazia parte do talonário da empresa apresentava a despesa de R$ 9,44. Já o Palácio do Planalto computou um gasto de R$ 99,44. Ou seja, algum gatuno simplesmente pôs um "9" a mais, para embolsar R$ 90. Uma vergonha.

As chamadas despesas sigilosas do conjunto do Governo Federal chegaram a quase R$ 100 milhões entre 2004 e 2007. Cerca de 11 mil cartões foram distribuídos pela administração Lula a mais de 7 mil funcionários federais. O estranho é que os gastos secretos saltaram de R$ 16,9 milhões em 2004, para R$ 20,9 milhões em 2005. No ano seguinte, alcançaram R$ 25 milhões. Em 2007 atingiram R$ 35,7 milhões, mais que o dobro do registrado em 2004.

Dois anos depois, informações disponíveis no Portal da Transparência davam conta de que gastos sigilosos já representavam 45% do total realizado com cartões corporativos. Só os dispêndios da Secretaria de Administração da Presidência, que incluíam as despesas do presidente Lula, alcançaram R$ 4,5 milhões apenas nos primeiros sete meses de 2009. Isso representava 13% do total de gastos secretos do Governo Federal naquele período.

Ao longo da administração do PT foram detectadas diversas despesas suspeitas usando o chamado dinheiro de plástico. Levantamento da CPI dos Cartões apurou os seguintes gastos: R$ 990 mil em supermercados, 750 mil em farmácias, R$ 43 mil em padarias, R$ 40 mil em assinaturas de televisão a cabo, R$ 33 mil em floriculturas, R$ 24 mil em lojas de instrumentos musicais, R$ 22 mil em lojas de brinquedo, R$ 15 mil em sapatarias, R$ 14 mil em serviços de lavagem de automóveis, R$ 8 mil em lojas de doces e chocolates, R$ 7 mil em lojas de roupas femininas, R$ 5 mil em bares e R$ 4 mil em lojas de roupas de crianças. Tudo dinheiro público.

Detalhe: 452 estabelecimentos comerciais e de serviços que receberam pagamentos por meio de cartões corporativos emitidos pela administração federal eram, por coincidência, de propriedade ou relacionados de alguma forma a 473 servidores federais comissionados, isto é, tinham ligações com pessoas nomeadas para cargos de confiança por influência política.

Alguns casos chamaram a atenção e ganharam as páginas dos jornais: no Ministério das Comunicações, reformaram uma mesa de sinuca por R$ 1.400. O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini (PT-SP), pagou, com cartão corporativo, fotografias pessoais e a estadia em hotel durante evento partidário. O ministro das Cidades, Olívio Dutra (PT-RS), por sua vez, torrou R$ 970 em sofisticada padaria de Brasília.
Mas voltemos à Presidência da República. Chegaram a R$ 407 mil os dispêndios com cartão corporativo nas duas residências de Lula em Brasília no ano de 2007. Uma média de R$ 33,9 mil por mês, ou mais de R$ 1 mil por dia, para abastecer o Palácio da Alvorada e a Granja do Torto.

Apenas três ecônomos gastaram R$ 205 mil em supermercados, açougues e lojas de bebida em nome de Lula naquele ano. Um dos funcionários, José Henrique de Souza, assessor especial do presidente, teria abastecido as dispensas das residências oficiais gastando R$ 55,4 mil em supermercados, R$ 23,8 mil em açougues, R$ 14,8 mil em mercados, R$ 2,4 mil em lojas de bebidas, R$ 2 mil em peixarias e R$ 1,2 mil em padarias.

Para registrar: dos 150 funcionários da Presidência da República que gastaram R$ 6,2 milhões com cartões corporativos em 2007, só 68 tiveram as despesas reveladas pelo site da CGU. Não havia informações sobre o paradeiro da gastança dos outros 82 servidores federais. Sabe-se apenas que eles torraram R$ 5,3 milhões, sendo R$ 1,4 milhão sacado em dinheiro vivo.

Um segurança de Lula fez despesas em São Bernardo do Campo (SP), onde o presidente tem residência, durante nove meses de 2007. Conforme o Portal da Transparência, Luiz Gonzaga Barbosa Aragão, oficial das Forças Armadas, gastou R$ 45.750 em lojas de materiais de construção, embalagens plásticas, móveis para escritório, equipamentos de informática, materiais de limpeza e esportes. Ele comprou esteira ergométrica por R$ 3.450, artigos esportivos por R$ 800 e deixou R$ 390 numa loja de instrumentos musicais que também comercializava produtos eletrônicos.

Em Florianópolis, João Roberto Fernandes Júnior, segurança de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha de Lula, gastou R$ 55 mil naquele mesmo ano, em lojas de autopeças, materiais de construção, ferragens, supermercados, combustível e até munição. Chamaram a atenção R$ 21 mil em duas lojas de autopeças, R$ 1.800 numa livraria e R$ 1.114 em loja de banheiras e piscinas.

Em janeiro de 2008, o Ministério Público do Distrito Federal abriu inquérito para apurar suspeitas de uso irregular de cartões corporativos no pagamento de despesas de hospedagem da comitiva precursora de uma viagem de Lula a Ribeirão Preto (SP) e Sertãozinho (SP), cidades onde o presidente entregaria uma usina termoelétrica e iria a uma feira agrícola em maio de 2003.

Agentes de segurança e equipe de apoio técnico que formavam o escalão avançado do Palácio do Planalto ficaram hospedados em dois hotéis. Descobriu-se depois que um cartão corporativo do Governo Federal pagou R$ 3.030 referentes a 22 diárias de pessoas que não faziam parte da comitiva oficial. Outro cartão corporativo bancou despesas de R$ 1.475 em diárias que excediam o período de permanência dos funcionários federais.

Em Sertãozinho, um cartão de crédito do governo serviu para deixar R$ 23.830 em hotel da cidade. Três anos depois, apurou-se que o mesmo hotel cobrava preços inferiores. O custo da comitiva não teria ultrapassado os R$ 10.208. Uma diferença de R$ 13.622. Somando-se a outros gastos efetuados pela comitiva de Lula durante a viagem, o Ministério Público concluiu que R$ 18.127 teriam sido pagos a mais. Ou embolsados pelos espertalhões.

O TCU (Tribunal de Constas da União) constatou diversos problemas no uso de cartões corporativos da Presidência da República. Para justificar gastos, funcionários apresentaram notas fiscais emitidas sem autorização do órgão fiscal e em nome de firmas com endereços fantasmas. Houve falta de recolhimento de tributos e notas "calçadas". Explica-se: sempre em poder do "cliente", elas têm a característica de apresentar valores superiores aos registrados nas vias dos talonários. O expediente é usado para render dinheiro extra, em geral embolsado pelos responsáveis por fazer a prestação de contas.

Sob o manto da segurança nacional e com a anuência do presidente, torraram dinheiro público em sigilo. Não eram gastos emergenciais ou despesas de viagem que só poderiam ser feitas com o uso de cartões corporativos. Não se tratou disso. Não fizeram licitações, pregões ou outras modalidades de concorrência pública. Não deram explicações. Não houve transparência. Não houve controle algum. Tudo em nome de se proteger Lula.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Revelada pelo Wikileaks, declaração de José Dirceu pode comprometer o futuro do filho Zeca

⁠Monday, December 20th, 2010 | ⁠Escrito por Redação SP.

(Dica da @Val_Ce - sigam no twitter!)


Pingos nos is – No rastro da hecatombe provocada pelo Wikileaks, que há dias vem divulgando diversas correspondências da diplomacia norte-americana, algumas informações trazem detalhes interessantes, desde que analisadas com calma e relacionadas com fatos do atual cenário político brasileiro. Outras correspondências, na opinião dos jornalistas do ucho.info, não deveriam ser divulgadas, pois contêm informações sobre ações contra o terrorismo mundial. O que deve ter facilitado um pouco mais a vida dos inimigos da Humanidade.

Na edição desta segunda-feira (20), o jornal "Folha de S. Paulo", em mais um bom trabalho do competente jornalista Fernando Rodrigues, traz reportagem sobre uma correspondência obtida pelo Wikileaks e trata de declarações do deputado federal cassado José Dirceu de Oliveira e Silva, prestadas a William Perry, assessor especial do Departamento de Estado dos EUA.

De acordo com a Folha, "Dirceu admitiu que habitualmente gastou o dobro do que declarou em suas campanhas e que todos os políticos brasileiros empregam algum tipo de caixa dois". Segundo relato de Perry, Dirceu afirmou em uma das conversas que "políticos não gostam de ser vistos pegando dinheiro e doadores não gostam de ser vistos doando".

A declaração do ex-comissário palaciano, que foi escorraçado da chefia da Casa Civil na esteira do escândalo do "mensalão do PT", em 2005, explica a campanha milionária e bem sucedida de José Carlos Becker de Oliveira à Câmara dos Deputados. Filho do ex-ministro José Dirceu, Becker de Oliveira, politicamente conhecido como Zeca Dirceu, provocou a indignação de muitos candidatos paranaenses por conta da cinematográfica campanha que lhe garantiu a vitória nas urnas de 3 de outubro passado. Como se não bastasse, Zeca Dirceu esteve presente em quase todas as grandes e importantes cidades do Paraná, durante a campanha, sendo que seus cabos eleitorais usaram de violência contra as equipes dos adversários.

Reforçando o que este site noticiou semanas antes das eleições gerais, José Carlos Becker de Oliveira corre o sério risco de enfrentar uma Ação de Impugnação de mandato eletivo por abuso de poder econômico, que encontra fundamento nos parágrafos 10 e 11 do artigo 14 da Constituição Federal, que assim dispõem: § 10 – "O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude". § 11 – "A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor, na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé".

A declaração contundente de José Dirceu, ora revelada pelo Wikileaks, pode complicar o futuro político de seu filho Zeca, desde que alguém não se apequene e tenha a devida coragem de ingressar com a mencionada ação judicial, que tem prazo para ser protocolada na Justiça.

Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=32628

Enviado pelo meu aparelho BlackBerry® da Vivo